Brasil

Anvisa proíbe venda de alguns lotes de fórmula infantil da Nestlé no Brasil; empresa convoca recall

Segundo órgão regulador, proibição se deve ao risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus

Avatar de Reuters
Reuters
Nestlé | Reprodução

Nestlé | Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quarta-feira (7) a proibição da comercialização, distribuição e uso de alguns lotes das fórmulas infantis Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino, da Nestlé Brasil.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

Segundo o órgão regulador, a proibição se deve ao risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus.

"O consumo de alimento contaminado por essa toxina pode causar vômito persistente, diarreia ou letargia, que é a sonolência excessiva, lentidão de movimentos e raciocínio, e incapacidade de reagir e expressar emoções", disse a Anvisa, em nota.

Na terça (6), a empresa anunciou recall de lotes de fórmulas infantis em 25 países, principalmente na Europa. Nesta quarta, a Nestlé Brasil também anunciou recall.

Em comunicado, a Nestlé Brasil informou que os consumidores que tiverem produtos dos lotes especificados "devem suspender imediatamente seu uso e entrar em contato com a área de Atendimento ao Consumidor para a devolução do item e reembolso integral".

"A companhia adota rigorosos padrões de controle de qualidade e rastreabilidade, em constante aprimoramento, com o objetivo de prevenir inconformidades em seus produtos", disse a Nestlé Brasil, em nota.

(Por Igor Sodré)

Leia mais

Ver tudo
Imagem da notícia: Zema atribui dívida de MG a juros cobrados pelo governo

Zema atribui dívida de MG a juros cobrados pelo governo

Imagem da notícia: Salário mínimo de 2027 será de R$ 1.741, diz Durigan

Salário mínimo de 2027 será de R$ 1.741, diz Durigan

Imagem da notícia: Quaest RN: Alysson Bezerra 25%; Cadu 21%; Álvaro Dias 19%

Quaest RN: Alysson Bezerra 25%; Cadu 21%; Álvaro Dias 19%

Imagem da notícia: Haddad quer passar pente-fino em contratos do governo de SP

Haddad quer passar pente-fino em contratos do governo de SP

Imagem da notícia: Zema atribui dívida de MG a juros cobrados pelo governo

Zema atribui dívida de MG a juros cobrados pelo governo

Imagem da notícia: Salário mínimo de 2027 será de R$ 1.741, diz Durigan

Salário mínimo de 2027 será de R$ 1.741, diz Durigan

Imagem da notícia: Quaest RN: Alysson Bezerra 25%; Cadu 21%; Álvaro Dias 19%

Quaest RN: Alysson Bezerra 25%; Cadu 21%; Álvaro Dias 19%

Imagem da notícia: Haddad quer passar pente-fino em contratos do governo de SP

Haddad quer passar pente-fino em contratos do governo de SP

Últimas notícias

Quaest SC: Jorginho tem 50% no 1º turno; Rodrigues soma 17%

Atual governador do PL seria reeleito em primeiro turno; no Senado, Esperidião Amin e Carlos Bolsonaro tem 19% e 16%, respectivamente

Ancine registra "Dark Horse", filme sobre Bolsonaro

Registro de obra é etapa anterior à autorização para comercialização e exibição do longa no Brasil; equipe do filme avalia ser a etapa mais fácil

Quaest Maranhão: Braide tem 44% e Brandão, 25% no 1º turno

Ex-prefeito de São Luís aparece à frente do sobrinho do atual governador Carlos Brandão; Roseane Sarney lidera para o Senado

PMs são presos acusados de estupro e roubo em SP

Segundo o boletim de ocorrência, três jovens foram abordados após receberem carona; dois policiais militares foram presos em flagrante

Caso Lulinha: “fazer justiça, doa quem doer”, diz Haddad

Candidato do PT ao governo de São Paulo aprova investigação relacionada ao suposto vazamento de informações sigilosas sobre processo que apura fraudes no INSS

Ações da Oncoclínicas disparam antes de julgamento da CVM

Papeis da empresa, que está em recuperação judicial, subiram 34% na véspera da decisão sobre Oferta Pública de Ações (OPA), que deve movimentar R$ 6 bilhoes