Aneel vai romper contrato com Enel em SP, afirmam Silveira, Tarcísio e Nunes
Anúncio foi feito após encontro entre ministro de Minas e Energia, governador paulista e prefeito da capital, no Palácio dos Bandeirantes
Vicklin Moraes
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas e o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, anunciaram nesta terça-feira(16) que o governo federal vai iniciar o processo de caducidade do contrato da Enel em São Paulo. Ou seja, o contrato com a concessionária de energia será rompido.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Segundo o ministro Silveira, a decisão foi tomada após alinhamento entre os diferentes níveis de governo diante da avaliação de que a concessionária não tem cumprido adequadamente suas obrigações.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reforçou que há consenso entre os governos federal, estadual e municipal para avançar com a medida.
“Não há outra alternativa a não ser a caducidade. O governo estadual, federal e municipal estão na mesma página. Saímos com isso acordado para iniciar o processo de caducidade”, afirmou o governador.
O anúncio ocorreu após três horas de reunião. Segundo Tarcísio, Nunes e Silveira, a Enel não tem estrutura para atender a Grande São Paulo.
O apagão na Grande São Paulo ocorreu após a passagem de um ciclone, que derrubou milhares de árvores, danificou a rede elétrica e deixou mais de 2,2 milhões de imóveis sem fornecimento de energia. De acordo com balanço divulgado às 18h30 desta segunda-feira (15), 81.091 clientes da Enel ainda permaneciam sem luz no estado de São Paulo. Somente na capital, eram 55.565 imóveis afetados.
Ao SBT News, a direção da Enel afirmou que está reunida para avaliar a informação sobre o possível rompimento do contrato e que deve divulgar um comunicado oficial nas próximas horas.
Aneel vai romper contrato com Enel em SP, afirmam Silveira, Tarcísio e Nunes Anúncio foi feito após encontro entre ministro de Minas e Energia, governador paulista e prefeito da capital, no Palácio dos BandeirantesBrasil2025-12-16T21:24:31.883ZO ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas e o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, anunciaram nesta terça-feira(16) que o governo federal vai iniciar o processo de caducidade do contrato da Enel em São Paulo. Ou seja, o contrato com a concessionária de energia será rompido. Segundo o ministro Silveira, a decisão foi tomada após alinhamento entre os diferentes níveis de governo diante da avaliação de que a concessionária não tem cumprido adequadamente suas obrigações. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reforçou que há consenso entre os governos federal, estadual e municipal para avançar com a medida. “Não há outra alternativa a não ser a caducidade. O governo estadual, federal e municipal estão na mesma página. Saímos com isso acordado para iniciar o processo de caducidade”, afirmou o governador. O anúncio ocorreu após três horas de reunião. Segundo Tarcísio, Nunes e Silveira, a Enel não tem estrutura para atender a Grande São Paulo. O apagão na Grande São Paulo ocorreu após a passagem de um ciclone, que derrubou milhares de árvores, danificou a rede elétrica e deixou De acordo com balanço divulgado às 18h30 desta segunda-feira (15), 81.091 clientes da Enel ainda permaneciam sem luz no estado de São Paulo. Somente na capital, eram 55.565 imóveis afetados. O apagão, que já dura cerca de seis dias, Ao SBT News, a direção da Enel afirmou que está reunida para avaliar a informação sobre o possível rompimento do contrato e que deve divulgar um comunicado oficial nas próximas horas. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/aneel-vai-romper-contrato-com-enel-afirmam-silveira-tarcisio-e-nunes-em-sp
Embaixadora precisará de autorização para entrar nos EUA
Fontes governistas dizem que não houve "cancelamento ou revogação" do documento de Maria Viotti, mas, sim, uma mudança no número de entradas permitidas no país
Apesar de corte na Selic, Fiesp critica juros altos
Mesmo com redução da taxa básica para 14% ao ano, entidade afirma que custo do crédito segue elevado, trava investimentos e agrava o endividamento das famílias