MP junto ao TCU quer acesso aos dados sigilosos do caso Master
Subprocurador-geral do Ministério Pública junto do TCU, Lucas Rocha Furtado pede ao presidente do Tribunal que acione a AGU para ter acesso aos documentos

O subprocurador-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Lucas Rocha Furtado, defende que a Corte de Contas tenha acesso aos dados sigilosos do Master durante a inspeção que será realizada no Banco Central.
Em ofício enviado nesta terça-feira, 13, a Vital do Rêgo Filho e obtido pelo SBT News, Furtado solicita ao presidente do TCU que acione a Advocacia-Geral da União (AGU) para garantir judicialmente que a Corte possa acessar as informações do banco que estão sob sigilo bancário e judicial.
Após reunião com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, na segunda-feira, 12, Vital do Rêgo Filho afirmou que o BC havia concordado com a inspeção do TCU, mas que a Corte de Contas não teria acesso aos documentos sigilosos.
“Em meu julgamento, as restrições impostas interferem no pleno exercício da competência do TCU de fiscalizar os atos do Banco Central, sendo essencial o acesso às informações bancárias do Banco Master protegidas com sigilo para melhor análise do caso”, argumentou Furtado, no ofício.
“Julgo que as informações devem ser analisadas pelos auditores do TCU diretamente, não sendo suficiente, para melhor delimitação dos fatos, a verificação dos pareceres emitidos pelos analistas do Banco Central (documentos administrativos)”, emendou.



















