Economia

Setor privado pedirá a Alcolumbre para votar 6x1 pós-eleição

Objetivo das entidades é livrar os parlamentares da pressão das redes sociais

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Raquel Landim
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) | Divulgação/Carlos Moura/Agência Senado

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) | Divulgação/Carlos Moura/Agência Senado

O setor privado vai pedir ao presidente do Senado, David Alcolumbre (União Brasil- AP), para adiar a votação da PEC do fim da jornada 6x1 para depois das eleições de outubro.

Alcolumbre se reúne nesta terça-feira (26) às 15 horas com representantes de várias entidades afetadas pela medida, incluindo a CNI (Confederação Nacional da Indústria) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

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O objetivo é livrar os parlamentares da cobrança das redes sociais, que tem sido intensa, pela aprovação da PEC. “Não dá discutir esse tema no meio dessa pressão eleitoral”, disse à coluna Paulo Solmucci, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

Representante de um dos setores mais afetados, Solmucci explica que o ponto mais delicado é o fim da escala 6 por 1 praticamente sem transição. Ele afirma que é complicado contratar 20% da força de trabalho em 60 dias.

O texto está em análise na Câmara dos Deputados, mas conta com o respaldo do presidente da casa, o deputado Hugo Motta (Republicanos - PB), que vem se empenhando pessoalmente pela sua aprovação. O Palácio do Planalto também transformou a aprovação do fim da jornada 6 por 1 numa bandeira.

Alcolumbre tem se mantido calado sobre o assunto. Segundo assessores próximos, ele tem boa disposição em colocar a matéria para a análise, mas vai ouvir a todos e os senadores não vão abrir mão de dar sua contribuição.

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