Mercadante rebate Zema sobre privatizações
Presidente do BNDES defendeu, durante agenda em Curitiba, modelo híbrido com bancos públicos e privados pra financiar investimentos

Mercadante e Zema
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, criticou nesta terça-feira (25) a proposta do candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), de privatizar o BNDES e a Petrobras.
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Mercadante ironizou o partido de Zema, o Novo, dizendo que ex-governador de Minas Gerais surge com ideias velhas. Além disso, argumentou que as nações que apostaram no Estado mínimo e privatizações estão perdendo espaço para os países asiáticos, como a China. Segundo o presidente do BNDES, são essas economias as que mais crescem no mundo e têm seus desenvolvimentos turbinados com dinheiro de bancos públicos.
Mercadante também afirmou que o banco público não é uma jabuticaba do Brasil e que existem ao todo 555 bancos públicos em todo o planeta. Neste sentido, o presidente do BNDES defendeu que o modelo ideal é o do banco público dialogando com os privados. Ainda sobre a Petrobras, o petista disse que hoje a estatal de petróleo brasileira está na lista das mais rentáveis do mundo.

























