Vice de Flávio: Bolsa Família deve ser só um suporte
Em entrevista ao SBT News, Alfredo Gaspar defendeu benefício como suporte para famílias prosperarem e disse que chapa não prega radicalismo
Valentina Moreira
O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que um eventual governo manterá o Bolsa Família, mas criticou o que classificou como “assistencialismo” como finalidade das políticas públicas. Em entrevista exclusiva ao SBT News, o deputado defendeu que o programa seja usado como suporte para que as famílias tenham acesso à educação, qualificação profissional e oportunidades de trabalho.
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“Hoje o assistencialismo é uma finalidade. Nós queremos que o assistencialismo seja um suporte. Ou seja, a pessoa tem o Bolsa Família, se mantenha no Bolsa Família, mas tenha a oportunidade de prosperar, sendo profissionalizada, tendo a oportunidade de estudar, vendo a família crescer e prosperar com oportunidades”, afirmou Gaspar.
Segundo o candidato a vice, a proposta para o Nordeste passa por reduzir a dependência de programas sociais e ampliar oportunidades econômicas. Ele defendeu investimentos em agricultura, irrigação, infraestrutura, energia limpa, tecnologia e turismo.
Gaspar afirmou que a região tem condições naturais para se tornar um polo de produção de energia limpa e atrair investimentos em setores como inteligência artificial e data centers. Também citou o potencial agrícola do Nordeste e defendeu mais crédito, tecnologia e assistência para pequenos produtores.
“O Nordeste pode ser o celeiro do Brasil na produção de alimentos”, disse.
O deputado também mencionou a necessidade de ampliar a infraestrutura de transporte para facilitar o escoamento da produção e estimular o turismo entre as capitais nordestinas.
“Não pregamos o radicalismo”
Ao falar sobre a estratégia política da chapa, Gaspar afirmou que ele e Flávio Bolsonaro não pretendem adotar uma postura radical.
“Nem o Flávio, nem eu, nem a nossa bancada prega o radicalismo. A gente quer um Brasil melhor”, afirmou.
Segundo o deputado, entre as prioridades estão o combate ao crime organizado e à corrupção e a criação de oportunidades para a população.
Gaspar também criticou a atuação de governos do PT na região Nordeste na área de segurança pública. Segundo ele, a população estaria insatisfeita com a expansão das facções criminosas.
“O povo não tá satisfeito com essa onda de facção criminosa, com essa onda espalhando terror pelo Brasil inteiro, mas especialmente na região Nordeste”, declarou.
Críticas à economia
O candidato a vice também criticou os juros e o nível de endividamento do país. Segundo Gaspar, um eventual governo de Flávio Bolsonaro teria como prioridade equilibrar as contas públicas.
“É simples, é como a dona de casa faz, é como o trabalhador faz: nós não vamos gastar mais do que arrecadamos”, afirmou.
Para ele, o ajuste das contas públicas poderia contribuir para reduzir os juros e melhorar o poder de compra da população.
“Hoje as pessoas estão indo ao supermercado com o mesmo dinheiro de seis meses atrás e estão comprando menos”, disse.
Gaspar também afirmou que o governo precisa facilitar a vida das famílias, e não aumentar o peso sobre a população por meio do crescimento da dívida pública.
Vice de Flávio: Bolsa Família deve ser só um suporteEm entrevista ao SBT News, Alfredo Gaspar defendeu benefício como suporte para famílias prosperarem e disse que chapa não prega radicalismoPolítica2026-08-27T00:56:11.989ZO deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que um eventual governo manterá o Bolsa Família, mas criticou o que classificou como “assistencialismo” como finalidade das políticas públicas. Em entrevista exclusiva ao SBT News, o deputado defendeu que o programa seja usado como suporte para que as famílias tenham acesso à educação, qualificação profissional e oportunidades de trabalho. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. “Hoje o assistencialismo é uma finalidade. Nós queremos que o assistencialismo seja um suporte. Ou seja, a pessoa tem o Bolsa Família, se mantenha no Bolsa Família, mas tenha a oportunidade de prosperar, sendo profissionalizada, tendo a oportunidade de estudar, vendo a família crescer e prosperar com oportunidades”, afirmou Gaspar. Segundo o candidato a vice, a proposta para o Nordeste passa por reduzir a dependência de programas sociais e ampliar oportunidades econômicas. Ele defendeu investimentos em agricultura, irrigação, infraestrutura, energia limpa, tecnologia e turismo. Gaspar afirmou que a região tem condições naturais para se tornar um polo de produção de energia limpa e atrair investimentos em setores como inteligência artificial e data centers. Também citou o potencial agrícola do Nordeste e defendeu mais crédito, tecnologia e assistência para pequenos produtores. “O Nordeste pode ser o celeiro do Brasil na produção de alimentos”, disse. O deputado também mencionou a necessidade de ampliar a infraestrutura de transporte para facilitar o escoamento da produção e estimular o turismo entre as capitais nordestinas. “Não pregamos o radicalismo” Ao falar sobre a estratégia política da chapa, Gaspar afirmou que ele e Flávio Bolsonaro não pretendem adotar uma postura radical. “Nem o Flávio, nem eu, nem a nossa bancada prega o radicalismo. A gente quer um Brasil melhor”, afirmou. Segundo o deputado, entre as prioridades estão o combate ao crime organizado e à corrupção e a criação de oportunidades para a população. Gaspar também criticou a atuação de governos do PT na região Nordeste na área de segurança pública. Segundo ele, a população estaria insatisfeita com a expansão das facções criminosas. “O povo não tá satisfeito com essa onda de facção criminosa, com essa onda espalhando terror pelo Brasil inteiro, mas especialmente na região Nordeste”, declarou. Críticas à economia O candidato a vice também criticou os juros e o nível de endividamento do país. Segundo Gaspar, um eventual governo de Flávio Bolsonaro teria como prioridade equilibrar as contas públicas. “É simples, é como a dona de casa faz, é como o trabalhador faz: nós não vamos gastar mais do que arrecadamos”, afirmou. Para ele, o ajuste das contas públicas poderia contribuir para reduzir os juros e melhorar o poder de compra da população. “Hoje as pessoas estão indo ao supermercado com o mesmo dinheiro de seis meses atrás e estão comprando menos”, disse. Gaspar também afirmou que o governo precisa facilitar a vida das famílias, e não aumentar o peso sobre a população por meio do crescimento da dívida pública.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/vice-de-flavio-bolsa-familia-deve-ser-so-um-suporte
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