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Não seja enganado na Semana do Consumidor. Confira dicas para não cair em golpes

SBT News separou dicas para se proteger de golpistas e criminosos e não sofrer prejuízos na hora das suas compras

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SBT News preparou dicas para você não cair em golpes na Semana do Consumidor | Pexels
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No dia 15 de março é o Dia Internacional do Consumidor. A data foi adotada em 1985 durante a Assembleia Geral das Nações Unidos (ONU) e coincidindo a semana do Dia Nacional do Consumidor, muitas lojas e varejistas trazem ofertas atraentes que cabem no bolso do comprador.

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Ao mesmo tempo, é importante ficar atento, ter atenção redobrada, pois alguns golpistas e criminosos aproveitam a data para enganar o consumidor, aplicando golpe e ações maliciosas e deixando muita gente frustrada e sem dinheiro.

Cupons em troca de dados pessoais, promoções falsas, sites falsos, links enviados por SMS e WhatsApp usados para roubar informações bancárias são utilizados por estes criminosos, gerando prejuízos.

Por isso, o SBT News preparou dicas para te ajudar a aproveitar os melhores preços e ofertas sem cair em golpes.

1. Não abra links suspeitos enviados via email, SMS e WhatsApp

Recebeu link suspeito pelo WhatsApp e SMS? Desconfie. Consulte o site da loja para confirmar a existência da promoção | Unsplash
Recebeu link suspeito pelo WhatsApp e SMS? Desconfie. Consulte o site da loja para confirmar a existência da promoção | Unsplash

Nesta época do ano, os smartphones recebem muitos links de ofertas no SMS, WhatsApp e email. Por isso, mesmo que você receba uma oferta com um desconto muito tentador ou com preço muito baixo, desconfie. Pois, esta prática é conhecida por phishing.

  • Ao clicar no link, o cliente pode acessar sites falsos ou até mesmo baixar sem querer programas maliciosos que roubam seus dados pessoais e invadem seu smartphone para fazer pagamentos direcionados aos golpistas.
  • As mensagens com links podem chegar como comunicados em nome de empresas e com tom alarmista, alertando que é oferta limitada ou para um número determinado de clientes.
  • Agora, com a ascendência da inteligência artificial, as mensagens ficam cada vez mais semelhantes às mensagens oficiais.
  • Por isso, desconfie, não clique nos links enviados ou acesse os sites oficiais das lojas para checar se a oferta é verdadeira.

2. Compre somente em sites ou aplicativos oficiais

Google fornece uma ferramenta para verificar a autenticidade de sites que estão no ar e sua segurança | Reprodução
Google fornece uma ferramenta para verificar a autenticidade de sites que estão no ar e sua segurança | Reprodução

Os golpistas e hackers criam páginas semelhantes das grandes varejistas, como Amazon, Casas Bahia e Magazine Luiza para enganar os consumidores mais desatentos.

E se o desatento cai nestes sites, ele pode comprar produtos que a entrega não acontece, pode baixar vírus e malwares que podem roubar seus dados pessoais e financeiros.

Logo é importante observar no seu navegador o endereço da página do site (URL) para saber se o site é oficial e legítimo.

O Google recomenda o acesso ao Relatório de Transparência que permite ao consumidor a fazer consulta dos sites no qual está acessando e sua situação.

Além disso, a Receita Federal também disponibiliza um espaço onde você pode verificar o CNPJ ad empresa de e-commerce que você pesquisou a oferta.

O Procon de São Paulo também tem a lista "Evite esses Sites" que registra os sites que estão no ar ou os sites. Para acessar basta clicar aqui.

O Reclame Aqui também tem uma ferramenta conhecida por "Detector de Site Confiável" que você pode consultar para saber se a página é segura.

Lá você cola a URL da loja e clica em "Analisar site" para saber a autenticidade da página.

3. Fique atento com a malícia da "metade do dobro"

Alguns lojistas costumam aumentar o preço antes das datas especiais para voltar ao preço original na semana das ofertas. Compare os preços em sites de monitoramento | Unsplash
Alguns lojistas costumam aumentar o preço antes das datas especiais para voltar ao preço original na semana das ofertas. Compare os preços em sites de monitoramento | Unsplash

Existem lojas que se aproveitam da data e enganam consumidores que oferecem produtos com promoções com o preço dobrado.

Ou seja, falsos descontos são oferecidos pelas lojas que aumentam o preço na véspera da Semana do Consumidor, ou de uma Black Friday, para na semana das promoções, reduzir o preço para o valor original do produto.

  • Por isso, é recomendado fazer o monitoramento dos preços dos produtos antes da data comemorativa para saber se vale a pena comprar o produto da promoção.
  • Existem sites que fazem o monitoramento de preços que mostram a evolução e histórico dos preços dos produtos.
  • A partir disso você pode saber o preço dos produtos antes de tomar a decisão de compra.

4. Verifique sites de reputação

Sites como o Reclame Aqui permite a verificação da reputação da loja online | Reprodução
Sites como o Reclame Aqui permite a verificação da reputação da loja online | Reprodução

Verificar a reputação das empresas e sites de compras é uma boa medida para não cair em enrascadas e tomar prejuízo.

Sites como o Reclame Aqui são dedicados a receber reclamações ou elogios dos clientes e estas informações são organizadas em um ranking que mostra se as empresas resolveram as reclamações e têm boa avaliação dos clientes.

O acesso é gratuito.

5. Desconfie de promoções com preços muito baixos ou atraentes demais

Preço baixo demais? Desconfie, pode ser golpe! | Unsplash
Preço baixo demais? Desconfie, pode ser golpe! | Unsplash

Fique atento às promoções com preços muito baixos ou descontos generosos demais. Há golpistas que fazem lojas falsas na internet que "vendem" produtos com preços muito atrativos e após a compra o consumidor fica sem o produto e sem o dinheiro.

Por isso, antes de fazer qualquer compra, verifique a reputação da loja em sites como o Reclame Aqui ou no Procon, compare os preços em outras lojas e veja as avaliações dos consumidores antes de tomar a decisão de compra do produto.

Fui enganado, o que eu faço?

Caso você tenha seus dados violados em uma relação de consumo, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) recomenda juntar todas as evidências que possui, como e-mails, prints de aplicativos de mensagens, notícias de jornal, comunicação da organização sobre o incidente, entre outras comprovações. Registre um boletim de ocorrência online ou em uma delegacia de polícia.

Além disso, registre uma reclamação no site http://www.consumidor.gov.br ou às autoridades de proteção e defesa do consumidor, como Procons, Defensorias Públicas e Ministérios Públicos.

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