Brasil elimina transmissão de HIV da mãe para o bebê como problema de saúde pública
Taxa de mortalidade pelo vírus é a menor em 30 anos
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SBT News
Redução de mortes por HIV é resultado dos avanços em prevenção, diagnóstico e terapias gratuitas. | Freepik
O Ministério da Saúde anunciou que o Brasil eliminou a transmissão vertical (da mãe para o bebê) do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) como problema de saúde pública, conforme o boletim epidemiológico de 2025 divulgado nesta segunda (1º). O país também registrou recuo de 13% no número de óbitos pela Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) de 2023 a 2024, quando registrou 9.157 mortes no ano passado, número que não era atingido há três décadas.
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O resultado se deve, segundo o órgão, pelos avanços em prevenção e diagnóstico e pelo acesso gratuito a terapias de ponta capazes de tornar o vírus indetectável e intransmissível.
HIV é o vírus que infecta o organismo, enquanto a AIDS é a fase avançada da infecção, quando o sistema imunológico já está comprometido. É possível viver com HIV sem desenvolver AIDS, especialmente com tratamento contínuo para manter o vírus controlado e impedir a transmissão.
Conforme o boletim, a transmissão vertical está abaixo de 2% e a incidência da infecção em crianças está abaixo de 0,5 caso por mil nascidos vivos. Também houve queda de 7,9% (7,5 mil) nos casos de gestantes com HIV e de 4,2% (6,8 mil) no número de crianças expostas ao vírus.
Em 2024, cerca de 68,4 mil pessoas viviam com HIV ou AIDS no Brasil.
Antes centrado principalmente na distribuição de preservativos, hoje o país adota a estratégia de Prevenção Combinada, como a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que reduzem o risco de infecção antes e depois da exposição ao vírus. Além disso, o SUS oferta a terapia antirretroviral de forma gratuita.
Brasil elimina transmissão de HIV da mãe para o bebê como problema de saúde públicaTaxa de mortalidade pelo vírus é a menor em 30 anosSaúde2025-12-02T14:50:37.448ZO Ministério da Saúde anunciou que o Brasil eliminou a transmissão vertical (da mãe para o bebê) do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) como problema de saúde pública, conforme o boletim epidemiológico de 2025 divulgado nesta segunda (1º). O país também registrou recuo de 13% no número de óbitos pela Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) de 2023 a 2024, quando registrou 9.157 mortes no ano passado, número que não era atingido há três décadas. O resultado se deve, segundo o órgão, pelos avanços em prevenção e diagnóstico e pelo acesso gratuito a terapias de ponta capazes de tornar o vírus indetectável e intransmissível. HIV é o vírus que infecta o organismo, enquanto a AIDS é a fase avançada da infecção, quando o sistema imunológico já está comprometido. É possível viver com HIV sem desenvolver AIDS, especialmente com tratamento contínuo para manter o vírus controlado e impedir a transmissão. Conforme o boletim, a transmissão vertical está abaixo de 2% e a incidência da infecção em crianças está abaixo de 0,5 caso por mil nascidos vivos. Também houve queda de 7,9% (7,5 mil) nos casos de gestantes com HIV e de 4,2% (6,8 mil) no número de crianças expostas ao vírus. Em 2024, cerca de 68,4 mil pessoas viviam com HIV ou AIDS no Brasil. Antes centrado principalmente na distribuição de preservativos, hoje o país adota a estratégia de Prevenção Combinada, como a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que reduzem o risco de infecção antes e depois da exposição ao vírus. Além disso, o SUS oferta a terapia antirretroviral de forma gratuita. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/brasil-elimina-transmissao-de-hiv-da-mae-para-o-bebe-como-problema-de-saude-publica
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