Esposa de Lito nega privilégio para remédio experimental
Mila Seidl negou influência de autoridades ou empresários na autorização excepcional de medicamento experimental pela Anvisa
Camilly Rosaboni
Mila Seidl, esposa de Lito Sousa | Reprodução/redes sociais
A esposa do influenciador Lito Sousa, Mila Seidl, negou a participação de autoridades, empresários ou outras influências externas no processo que levou à autorização do medicamento experimental ALN-6457 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ela se pronunciou nas redes sociais no sábado (5), após a liberação excepcional do medicamento na sexta-feira (4).
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Em uma publicação, Seidl afirmou que o acesso ao medicamento foi obtido por meios próprios e seguiu os procedimentos previstos para esse tipo de solicitação. “Foi um processo regular. Não tem um centavo de dinheiro público. Vocês não me viram abrir vaquinha. Não teve ajudas excepcionais”, afirmou.
Desenvolvido pela farmacêutica Regeneron Pharmaceuticals, o ALN-6457 não possui registro comercial no Brasil nem representante legal no país. Por isso, a autorização ocorreu por meio de um procedimento excepcional, fora do fluxo convencional de importação de medicamentos.
A autorização foi concedida pelo mecanismo de uso compassivo, que permite a pacientes com doenças graves e sem alternativas terapêuticas o acesso a medicamentos ainda em fase experimental.
Em vídeos publicados nas redes sociais, Mila afirmou que o pedido seguiu as regras previstas para o uso compassivo e que os contatos com a farmacêutica foram feitos pela própria família, com a participação dos médicos de Lito.
Segundo ela, a partir desse contato, foram solicitadas as autorizações necessárias nos Estados Unidos e no Brasil. O processo envolveu a farmacêutica, o Hospital Israelita Albert Einstein - responsável pelo tratamento - a Anvisa, o Ministério da Saúde e a agência reguladora norte-americana, a FDA.
Seidl também criticou a dificuldade de acesso às informações sobre como solicitar esse tipo de autorização. “É um direito de qualquer pessoa que está numa situação semelhante. A dificuldade é que essas informações não são claras”, afirmou.
Lito Sousa, de 59 anos, é influenciador e especialista em aviação e está em tratamento após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma enfermidade rara, neurodegenerativa, progressiva e sem cura.
*Sob supervisão
Esposa de Lito nega privilégio para remédio experimentalMila Seidl negou influência de autoridades ou empresários na autorização excepcional de medicamento experimental pela AnvisaBrasil2026-09-06T13:49:28.527ZA esposa do influenciador Lito Sousa, Mila Seidl, negou a participação de autoridades, empresários ou outras influências externas no processo que levou à autorização do medicamento experimental ALN-6457 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ela se pronunciou nas redes sociais no sábado (5), após a na sexta-feira (4). Em uma publicação, Seidl afirmou que o acesso ao medicamento foi obtido por meios próprios e seguiu os procedimentos previstos para esse tipo de solicitação. “Foi um processo regular. Não tem um centavo de dinheiro público. Vocês não me viram abrir vaquinha. Não teve ajudas excepcionais”, afirmou. Desenvolvido pela farmacêutica Regeneron Pharmaceuticals, o ALN-6457 não possui registro comercial no Brasil nem representante legal no país. Por isso, a autorização ocorreu por meio de um procedimento excepcional, fora do fluxo convencional de importação de medicamentos. A autorização foi concedida pelo mecanismo de uso compassivo, que permite a pacientes com doenças graves e sem alternativas terapêuticas o acesso a medicamentos ainda em fase experimental. Em vídeos publicados nas redes sociais, Mila afirmou que o pedido seguiu as regras previstas para o uso compassivo e que os contatos com a farmacêutica foram feitos pela própria família, com a participação dos médicos de Lito. Segundo ela, a partir desse contato, foram solicitadas as autorizações necessárias nos Estados Unidos e no Brasil. O processo envolveu a farmacêutica, o Hospital Israelita Albert Einstein - responsável pelo tratamento - a Anvisa, o Ministério da Saúde e a agência reguladora norte-americana, a FDA. Seidl também criticou a dificuldade de acesso às informações sobre como solicitar esse tipo de autorização. “É um direito de qualquer pessoa que está numa situação semelhante. A dificuldade é que essas informações não são claras”, afirmou. Lito Sousa, de 59 anos, é influenciador e especialista em aviação e está em tratamento após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma enfermidade rara, neurodegenerativa, progressiva e sem cura. *Sob supervisãoSão PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/esposa-de-lito-nega-privilegio-para-remedio-experimental
Em sabatina ao SBT News, candidata à Presidência pelo Democracia Cristã critica Supremo, cita Moraes e Toffoli, e defende reforma fiscal e administrativa