Australiano vive 100 dias com coração artificial de titânio em teste inovador
O paciente de 40 anos sofria de insuficiência cardíaca grave e ficou com o dispositivo até encontrar um doador compatível
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SBT News
12/03/2025, 16:14 • Atualizado em 12/03/2025, 16:14
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Um australiano viveu por 100 dias com um coração artificial de titânio enquanto aguardava um transplante, tornando-se a pessoa com o maior tempo registrado utilizando essa tecnologia.
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O paciente, um homem de 40 anos que optou por não se identificar, recebeu o implante durante uma cirurgia realizada no Hospital St. Vincent, em Sydney, na Austrália, em novembro do ano passado. Em fevereiro, ele se tornou o primeiro paciente a deixar o hospital com o dispositivo, que manteve seu corpo funcionando até que um coração doado estivesse disponível, no início deste mês.
Segundo um comunicado divulgado nesta quarta-feira (12) pelo Hospital St. Vincent, pela Universidade Monash, de Melbourne, e pela empresa BiVACOR — responsável pelo dispositivo —, o homem, que sofria de insuficiência cardíaca grave, está “se recuperando bem”.
A capacidade do coração artificial de sustentar a vida por um período tão longo é vista como um avanço promissor no tratamento da insuficiência cardíaca. A tecnologia, no entanto, ainda está em fase de testes e não foi aprovada para uso generalizado.
Como funciona o dispositivo
Coração artificial de titânio
O Coração Artificial Total (TAH) BiVACOR combina tecnologias de bomba centrífuga rotativa e levitação magnética (MAGLEV) para criar uma bomba sanguínea biventricular, que impulsiona o sangue para as circulações sistêmica (corpo) e pulmonar (pulmões), substituindo ambos os ventrículos de um coração em falha.
A tecnologia reduz o desgaste mecânico e aumenta a durabilidade do equipamento, que pode substitui ambos os ventrículos do coração e bombeia sangue para o corpo e para os pulmões, desempenhando integralmente a função do órgão natural.
Australiano vive 100 dias com coração artificial de titânio em teste inovador O paciente de 40 anos sofria de insuficiência cardíaca grave e ficou com o dispositivo até encontrar um doador compatívelSaúde2025-03-12T16:14:52.672ZUm australiano viveu por 100 dias com um coração artificial de titânio enquanto aguardava um transplante, tornando-se a pessoa com o maior tempo registrado utilizando essa tecnologia. O paciente, um homem de 40 anos que optou por não se identificar, recebeu o implante durante uma cirurgia realizada no Hospital St. Vincent, em Sydney, na Austrália, em novembro do ano passado. Em fevereiro, ele se tornou o primeiro paciente a deixar o hospital com o dispositivo, que manteve seu corpo funcionando até que um coração doado estivesse disponível, no início deste mês. Segundo um comunicado divulgado nesta quarta-feira (12) pelo Hospital St. Vincent, pela Universidade Monash, de Melbourne, e pela empresa BiVACOR — responsável pelo dispositivo —, o homem, que sofria de insuficiência cardíaca grave, está “se recuperando bem”. A capacidade do coração artificial de sustentar a vida por um período tão longo é vista como um avanço promissor no tratamento da insuficiência cardíaca. A tecnologia, no entanto, ainda está em fase de testes e não foi aprovada para uso generalizado. Como funciona o dispositivo O Coração Artificial Total (TAH) BiVACOR combina tecnologias de bomba centrífuga rotativa e levitação magnética (MAGLEV) para criar uma bomba sanguínea biventricular, que impulsiona o sangue para as circulações sistêmica (corpo) e pulmonar (pulmões), substituindo ambos os ventrículos de um coração em falha. A tecnologia reduz o desgaste mecânico e aumenta a durabilidade do equipamento, que pode substitui ambos os ventrículos do coração e bombeia sangue para o corpo e para os pulmões, desempenhando integralmente a função do órgão natural. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/australiano-vive-100-dias-com-coracao-artificial-de-titanio-em-teste-inovador
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