Saúde

Anvisa aprova novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e doença rara

Registros publicados no Diário Oficial autorizam uso de três novos tratamentos no Brasil, incluindo remédio que pode retardar avanço do diabetes tipo 1

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Agência Brasil
11/03/2026, 03:57 • Atualizado em 11/03/2026, 03:57
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Fachada do Prédio da ANVISA, em Brasília | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Fachada do Prédio da ANVISA, em Brasília | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de três novos medicamentos para tratamento de diabetes tipo 1, câncer de mama e angioedema hereditário, uma doença genética rara. As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União na última segunda-feira (9).

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Um dos registros aprovados é o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1 em estágio 3. O medicamento pode ser utilizado em pacientes adultos e crianças a partir de 8 anos que já estejam no estágio 2 da doença.

O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune crônica que geralmente aparece na infância. Nessa condição, o sistema imunológico ataca as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina.

Sem tratamento adequado, a doença pode aumentar o risco de complicações graves, como problemas cardíacos, renais e oculares.

Novo tratamento para câncer de mama avançado

A agência também aprovou o Datroway, indicado para pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático.

O medicamento é voltado para casos em que o tumor apresenta receptor hormonal positivo e HER2 negativo e para pacientes que já passaram por terapia endócrina e pelo menos uma linha de quimioterapia.

O termo irressecável é usado quando o tumor não pode ser completamente removido por cirurgia. Já o câncer metastático ocorre quando a doença se espalha para outras partes do corpo.

Remédio aprovado para doença genética rara

Outro medicamento aprovado pela Anvisa foi o Andembry (garadacimabe), indicado para prevenir crises de angioedema hereditário.

A condição genética rara provoca episódios repentinos de inchaço em diferentes partes do corpo, como pele, mucosas e órgãos internos.

Esses episódios podem causar dor intensa e, em alguns casos, comprometer a respiração quando atingem as vias aéreas. Colaborou Antonio Souza

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