Política

Cleitinho lidera cenários na disputa para governador de Minas Gerais, diz Genial/Quaest

Senador do Republicanos tem vantagem no 1º e no 2º turno nas simulações em que é incluído; maioria do eleitorado ainda admite mudar voto

Imagem da noticia Cleitinho lidera cenários na disputa para governador de Minas Gerais, diz Genial/Quaest
Senador Cleitinho (Republicanos-MG) | Divulgação/Waldemir Barreto/Agência Senado
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O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera as intenções de voto para o governo de Minas Gerais em todos os cenários em que aparece, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (28).

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No primeiro cenário estimulado de primeiro turno, Cleitinho tem 30% das intenções de voto, seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), com 14%, e o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB), com 8%. Ben Mendes (Missão) e Mateus Simões (PSD) aparecem com 4% cada, enquanto Maria da Consolação Rocha (PSOL) tem 3%. Flávio Roscoe (PL) e Gabriel Azevedo (MDB) somam 2% cada. Indecisos são 13%, e brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar chegam a 20%.

No segundo cenário, Cleitinho amplia a vantagem e chega a 35%. Rodrigo Pacheco aparece com 11%, Mateus Simões com 5%, Maria da Consolação Rocha e Ben Mendes com 4% cada, e Gabriel Azevedo com 3%. Indecisos somam 14%, e 24% declaram voto branco, nulo ou abstenção.

Já no terceiro cenário, Cleitinho registra 37%, seguido por Alexandre Kalil, com 16%. Maria da Consolação Rocha tem 4%, enquanto Ben Mendes e Mateus Simões aparecem com 3% cada, e Gabriel Azevedo com 3%. Indecisos são 14%, e 20% optam por branco, nulo ou não votar.

No quarto cenário, sem a presença de Cleitinho, Alexandre Kalil lidera com 18%, seguido por Rodrigo Pacheco, com 12%. Ben Mendes aparece com 6%, Mateus Simões com 5%, Maria da Consolação Rocha com 4% e Gabriel Azevedo também com 4%. Indecisos chegam a 19%, e 32% indicam voto branco, nulo ou abstenção.

Voto ainda em formação

O levantamento aponta que 38% dos eleitores dizem ter voto definitivo, enquanto 60% afirmam que podem mudar de escolha até a eleição.

Entre os eleitores de Cleitinho, 56% consideram o voto consolidado e 44% admitem mudança. Já entre os apoiadores de Alexandre Kalil, 31% dizem ter decisão firme e 66% podem mudar. No caso de Rodrigo Pacheco, metade (50%) afirma ter voto definitivo e 49% ainda pode alterar a escolha.

Simulações de segundo turno

Nas projeções de segundo turno, Cleitinho também aparece à frente em todos os cenários em que é testado.

Contra Alexandre Kalil, o senador tem 48% das intenções de voto, enquanto o adversário registra 26%. Indecisos somam 8%, e 18% declaram voto branco, nulo ou abstenção.

Em um eventual confronto com Rodrigo Pacheco, Cleitinho aparece com 43%, contra 23% do presidente do Senado. Indecisos são 10%, e 24% optam por branco, nulo ou não votar.

Contra Mateus Simões, Cleitinho tem 46%, enquanto o adversário registra 13%. Nesse cenário, 11% estão indecisos e 30% indicam voto branco, nulo ou abstenção.

Já diante de Flávio Roscoe, Cleitinho soma 45%, contra 13% do oponente. Indecisos chegam a 11%, e 31% declaram voto branco, nulo ou abstenção.

Nos cenários sem Cleitinho, Rodrigo Pacheco lidera uma disputa com Mateus Simões (30% a 17%), enquanto, em outra simulação, Mateus Simões aparece à frente de Alexandre Kalil (28% a 18%).

Conhecimento e rejeição

Cleitinho é o candidato com maior potencial de voto, com 41% dos entrevistados dizendo que o conhecem e votariam nele. Outros 20% afirmam conhecê-lo, mas não votariam, e 39% dizem não conhecê-lo.

Alexandre Kalil tem 33% de potencial de voto e 36% de rejeição. Rodrigo Pacheco aparece com 23% de potencial e 28% de rejeição, além de 49% que dizem não conhecê-lo.

Os demais candidatos apresentam baixos níveis de conhecimento: Mateus Simões é desconhecido por 68% dos entrevistados, Gabriel Azevedo por 75%, Ben Mendes por 80%, Maria da Consolação Rocha por 85% e Flávio Roscoe também por 85%.

Metodologia

Foram entrevistadas 1.482 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 22 e 26 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. As entrevistas foram realizadas presencialmente, em domicílios, com aplicação de questionários estruturados.

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