Política

Brasil continuará a apoiar Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU, diz Lula

Na última terça-feira, semanas após a posse do presidente José Antonio Kast, o Chile anunciou a retirada de seu apoio à candidatura

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Lula (PT) e Michelle Bachelet | Divulgação/Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado que o Brasil continuará a apoiar, em conjunto com o México, a candidatura da ex-presidente do Chile Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral das Nações Unidas (ONU).

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"Bachelet é altamente qualificada, com o melhor currículo para a função, tendo sido duas vezes presidenta de seu país, Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos e Diretora Executiva da ONU Mulheres", afirmou Lula em uma publicação no X.

"Ela tem todas as credenciais para ser a primeira mulher latino-americana a liderar a organização, promovendo a paz, fortalecendo o multilateralismo e recolocando o tema do desenvolvimento sustentável no centro da agenda internacional."

Na última terça-feira, semanas após a posse do presidente José Antonio Kast, o Chile anunciou a retirada de seu apoio à candidatura de Bachelet, marcando a mudança mais acentuada do país sul-americano para a direita em décadas.

Kast criticou repetidamente o mandato de Bachelet como presidente e disse que seu antecessor de esquerda Gabriel Boric "cometeu um erro" ao apoiar sua indicação, juntamente com o Brasil e o México, para a liderança da ONU.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia reiterado na última quarta-feira o apoio do país à candidatura de Bachelet.

Bachelet foi a primeira mulher chefe de Estado do Chile e agora está entre os principais candidatos a suceder o secretário-geral António Guterres.

Ela atuou como alta comissária da ONU para direitos humanos de 2018 a 2022 e diretora executiva da ONU Mulheres de 2010 a 2013.

(Por Paula Arend Laier)

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