21/05/2026, 22:07 • Atualizado em 21/05/2026, 22:10
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O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo, Romeu Zema, oficializou seu distanciamento do senador Flávio Bolsonaro (PL) após a repercussão negativa envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. Em entrevista ao SBT News, Zema afirmou que manter qualquer relação com o caso seria contraditório com seu histórico de combate à corrupção. Alémd afdirmara estra romepdno com aquilo condena
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"Eu fui governador por quase sete anos e meio e meu governo não foi pautado por escândalos ou esquemas. Zelamos pela transparência e combati a corrupção o tempo todo. Em Minas, eu não nomeei um parente sequer. É esse o exemplo que o Brasil precisa", afirmou.
Para Zema, a política mineira passou por uma transformação profunda sob sua gestão. "Antes, a polarização era entre PT e anti-PT. Depois que assumi, a divisão passou a ser entre os políticos de bem, que fazem o certo, e aqueles que tentam fazer o errado. Em Minas, o PT está enterrado; eu os derrotei em 2022 e eles não têm sequer candidatura este ano", disse.
O governador não poupou críticas à aproximação de aliados com o banqueiro Daniel Vorcaro. "Não é quem se aproxima de um banqueiro envolvido em escândalos que vai resgatar o Brasil. Acham que eu deveria aplaudir? É uma decepção total, para mim e para o Partido Novo. Não apresentaram nenhuma explicação convincente", disparou.
Zema também disse que o episódio custa caro à credibilidade do campo político que representa, mas mantém o otimismo quanto ao futuro eleitoral: "Estou rompendo com aquilo que condeno. Quem estiver do lado de corrupto, não conte comigo. Ainda assim, estou muito confiante de que a direita estará no segundo turno e seguiremos firmes no combate à esquerda".
A fala ocorre em meio a um cenário de disputa por eleitores da direita e do centro. Zema busca se posicionar como alternativa política independente e ampliar espaço entre eleitores insatisfeitos com o desgaste envolvendo Flávio Bolsonaro.
Nos bastidores, a nova postura elevou a tensão entre aliados de Zema e integrantes do Partido Liberal (PL). O ex-governador passou a enfrentar resistência dentro do núcleo mais próximo do bolsonarismo.
Zema diz que se afastar de Flávio Bolsonaro é “romper com aquilo que condena”Ao SBT News, pré-candidato chama de “decepção total” áudio entre Daniel Vorcaro e Flávio sobre financiamento do banqueiro a filme de Jair BolsonaroPolítica2026-05-21T22:07:11.465ZO ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo, Romeu Zema, oficializou seu distanciamento do senador Flávio Bolsonaro (PL) após a repercussão negativa envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. Em entrevista ao SBT News, Zema afirmou que manter qualquer relação com o caso seria contraditório com seu histórico de combate à corrupção. Alémd afdirmara estra romepdno com aquilo condena "Eu fui governador por quase sete anos e meio e meu governo não foi pautado por escândalos ou esquemas. Zelamos pela transparência e combati a corrupção o tempo todo. Em Minas, eu não nomeei um parente sequer. É esse o exemplo que o Brasil precisa", afirmou. Para Zema, a política mineira passou por uma transformação profunda sob sua gestão. "Antes, a polarização era entre PT e anti-PT. Depois que assumi, a divisão passou a ser entre os políticos de bem, que fazem o certo, e aqueles que tentam fazer o errado. Em Minas, o PT está enterrado; eu os derrotei em 2022 e eles não têm sequer candidatura este ano", disse. O governador não poupou críticas à aproximação de aliados com o banqueiro Daniel Vorcaro. "Não é quem se aproxima de um banqueiro envolvido em escândalos que vai resgatar o Brasil. Acham que eu deveria aplaudir? É uma decepção total, para mim e para o Partido Novo. Não apresentaram nenhuma explicação convincente", disparou. Zema também disse que o episódio custa caro à credibilidade do campo político que representa, mas mantém o otimismo quanto ao futuro eleitoral: "Estou rompendo com aquilo que condeno. Quem estiver do lado de corrupto, não conte comigo. Ainda assim, estou muito confiante de que a direita estará no segundo turno e seguiremos firmes no combate à esquerda". A fala ocorre em meio a um cenário de disputa por eleitores da direita e do centro. Zema busca se posicionar como alternativa política independente e ampliar espaço entre eleitores insatisfeitos com o desgaste envolvendo Flávio Bolsonaro. Nos bastidores, a nova postura elevou a tensão entre aliados de Zema e integrantes do Partido Liberal (PL). O ex-governador passou a enfrentar resistência dentro do núcleo mais próximo do bolsonarismo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/zema-diz-que-rompimento-com-flavio-bolsonaro-e-romper-com-aquilo-que-condena