Zema diz que direita não está dividida para eleições e que mais candidatos fortalecem o campo político
Em entrevista ao SBT News, governador de Minas afirma que levará candidatura até o fim, cita nomes da direita e critica Lula e o STF

Vicklin Moraes
"A direita tem vários nomes, isso só demonstra a competência dela. A esquerda, como eu falei, só tem um. Vejo que a direita vai avançar. Com o nome do Bolsonaro, é claro que fica ainda mais forte", afirmou, em referência à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Zema também declarou que pretende manter sua candidatura até o fim e que o grupo político tem prazo até junho para definir estratégias e alianças. Ele citou outros possíveis nomes da direita para a disputa, como governadores do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), e de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), além de mencionar o mandatário de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
"A direita tem o meu nome, tem o Ratinho, tem o Caiado. Não estamos falando só dele [Tarcísio]. No segundo turno, eu apoiarei o candidato que estiver contra o PT", disse.
O governador de Minas Gerais também fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, há um desequilíbrio na condução política e institucional do país.
"Nós temos hoje um Supremo e um governo de esquerda que, claramente, me parecem muito mais preocupados em conduzir uma perseguição aos seus opositores do que em governar o país. Já tivemos anistia para sequestradores e assassinos que cometeram barbaridades nas décadas de 1960 e 1970. E agora estamos mantendo preso quem pichou monumento público com batom. São dois pesos e duas medidas completamente diferentes", afirmou.









