Vídeo de Flávio divide aliados e governistas no Congresso
Alencar Santana acusa senador de tentar se vitimizar; Carlos Jordy defende permanência nos EUA e apoio a Rogério Marinho no Senado
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SBT Brasil
Flávio Bolsonaro | Divulgação/Charles Vieira
Ovídeo divulgado por Flávio Bolsonaro (PL) e a decisão do senador de deixar o Brasil provocaram reações distintas entre governistas e aliados da oposição no Congresso. Enquanto o vice-líder do governo na Câmara, Alencar Santana (PT-SP), acusou o parlamentar de tentar se vitimizar, o senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ) defendeu sua permanência nos Estados Unidos.
Para Alencar, a manifestação de Flávio foi uma tentativa de preservar sua influência política após a repercussão negativa da saída do país. O deputado afirmou que o senador perdeu apoio entre os próprios eleitores e citou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como exemplo de distanciamento.
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"Ele percebeu a besteira que fez, a reação negativa dos seus eleitores e dos seus apoiadores, pelo menos de uma parte dela, muita gente se desvinculando dele", declarou Alencar. [...] Ele tenta agora se vitimizar, tentando contar uma historinha para tentar sensibilizar algumas pessoas e eventualmente exercer alguma liderança."
Jordy, por sua vez, avaliou que a saída do Brasil foi necessária para que Flávio pudesse continuar atuando como uma voz da oposição. Segundo o senador eleito, o parlamentar poderá orientar aliados no Congresso e seus apoiadores a partir dos Estados Unidos.
A defesa ocorre em meio à articulação pela presidência do Senado, cuja eleição está marcada para 1º de fevereiro de 2027. No vídeo, Flávio anunciou apoio a Rogério Marinho (PL-RN) e pediu a mobilização dos aliados em favor da candidatura.
"O Senado Federal também terá o papel de dar um freio aos avanços de arbitrariedades", afirmou Jordy. Ao comentar o posicionamento de Flávio, acrescentou: "Ele deu as orientações de como nós devemos nos conduzir. Nós devemos votar em Rogério Marinho."
Disputa pelo comando do Senado
Para Jordy, conquistar a presidência da Casa é uma das principais apostas da oposição após a derrota na disputa pelo Palácio do Planalto. O senador eleito afirmou que o posto permitiria ao grupo fazer contraponto ao governo Lula e à atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Alencar, por outro lado, disse que Lula vai articular sua base no Congresso e ampliar o diálogo com a sociedade. O vice-líder do governo citou a mobilização popular durante a campanha e defendeu uma comunicação mais direta do presidente pelas redes sociais.
"É com esse anseio, com essa militância, com essa participação social que o presidente Lula vai governar", afirmou. Segundo o deputado, partidos aliados e movimentos sociais também deverão intensificar o diálogo com a população.
Relação com os Estados Unidos
Alencar disse esperar que os Estados Unidos reconheçam o resultado da eleição brasileira e mantenham uma relação de respeito com o Brasil. O deputado afirmou que Lula buscará preservar o diálogo com outros países, com a defesa dos interesses nacionais.
O petista também apontou as eleições de meio de mandato americanas, na próxima semana, como um desafio interno para Donald Trump. Na avaliação dele, uma eventual perda da maioria republicana na Câmara e no Senado teria repercussões para além dos Estados Unidos.
O SBT Brasil procurou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para comentar as declarações de Flávio Bolsonaro, mas não recebeu retorno até a conclusão da reportagem.
Vídeo de Flávio divide aliados e governistas no CongressoAlencar Santana acusa senador de tentar se vitimizar; Carlos Jordy defende permanência nos EUA e apoio a Rogério Marinho no SenadoPolítica2026-11-01T02:43:19.215ZO e a decisão do senador de deixar o Brasil provocaram reações distintas entre governistas e aliados da oposição no Congresso. Enquanto o vice-líder do governo na Câmara, Alencar Santana (PT-SP), acusou o parlamentar de tentar se vitimizar, o senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ) defendeu sua permanência nos Estados Unidos. Para Alencar, a manifestação de Flávio foi uma tentativa de preservar sua influência política após a repercussão negativa da . O deputado afirmou que o senador perdeu apoio entre os próprios eleitores e citou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como exemplo de distanciamento. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique "Ele percebeu a besteira que fez, a reação negativa dos seus eleitores e dos seus apoiadores, pelo menos de uma parte dela, muita gente se desvinculando dele", declarou Alencar. [...] Ele tenta agora se vitimizar, tentando contar uma historinha para tentar sensibilizar algumas pessoas e eventualmente exercer alguma liderança." Jordy, por sua vez, avaliou que a saída do Brasil foi necessária para que Flávio pudesse continuar atuando como uma voz da oposição. Segundo o senador eleito, o parlamentar poderá orientar aliados no Congresso e seus apoiadores a partir dos Estados Unidos. A defesa ocorre em meio à articulação pela presidência do Senado, cuja eleição está marcada para 1º de fevereiro de 2027. No vídeo, Flávio anunciou apoio a Rogério Marinho (PL-RN) e pediu a mobilização dos aliados em favor da candidatura. "O Senado Federal também terá o papel de dar um freio aos avanços de arbitrariedades", afirmou Jordy. Ao comentar o posicionamento de Flávio, acrescentou: "Ele deu as orientações de como nós devemos nos conduzir. Nós devemos votar em Rogério Marinho." Disputa pelo comando do Senado Para Jordy, conquistar a presidência da Casa é uma das principais apostas da oposição após a derrota na disputa pelo Palácio do Planalto. O senador eleito afirmou que o posto permitiria ao grupo fazer contraponto ao governo Lula e à atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Alencar, por outro lado, disse que Lula vai articular sua base no Congresso e ampliar o diálogo com a sociedade. O vice-líder do governo citou a mobilização popular durante a campanha e defendeu uma comunicação mais direta do presidente pelas redes sociais. "É com esse anseio, com essa militância, com essa participação social que o presidente Lula vai governar", afirmou. Segundo o deputado, partidos aliados e movimentos sociais também deverão intensificar o diálogo com a população. Relação com os Estados Unidos Alencar disse esperar que os Estados Unidos reconheçam o resultado da eleição brasileira e mantenham uma relação de respeito com o Brasil. O deputado afirmou que Lula buscará preservar o diálogo com outros países, com a defesa dos interesses nacionais. O petista também apontou as eleições de meio de mandato americanas, na próxima semana, como um desafio interno para Donald Trump. Na avaliação dele, uma eventual perda da maioria republicana na Câmara e no Senado teria repercussões para além dos Estados Unidos. O SBT Brasil procurou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para comentar as declarações de Flávio Bolsonaro, mas não recebeu retorno até a conclusão da reportagem.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/video-de-flavio-divide-governistas-e-aliados-no-congresso
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