STF forma maioria para homologar plano para transparência de emendas parlamentares
Acordo dá mais rastreabilidade ao dinheiro repassado a estados e municípios
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Vinícius Nunes
28/02/2025, 14:02 • Atualizado em 01/03/2025, 01:19
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Julgamento é realizado em plenário virtual, e ministros podem votar até próxima quarta (5) | Divulgação/Rosinei Coutinho/STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira (28) para validar a decisão do ministro Flávio Dino em homologar o plano de trabalho de governo e Congresso para dar mais transparência às emendas parlamentares.
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O acordo homologado reforça a transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares, incluindo as de bancada (RP7), de comissão (RP8) e de relator (RP9).
Também foi criada uma auditoria específica para fiscalizar as transferências especiais, as chamadas emendas Pix, em que o parlamentar precisa fazer a indicação da emenda e da entidade que vai receber os recursos.
A Controladoria-Geral da União (CGU) aprimorou o Portal da Transparência, adicionando filtros detalhados e integração com outros ministérios. Os responsáveis pelo monitoramento das emendas são a CGU e o Tribunal de Contas da União (TCU).
A liberação por parte de Dino não impacta as emendas de 2025, atingindo apenas as que tiverem:
+ Impedimentos técnicos identificados;
+ Suspensão específica, anteriormente determinada pelo STF, por auditorias em ONGs e demais instituições do terceiro setor;
+ Recursos destinados à Saúde que não estejam em contas específicas e regularizadas;
+ Transferências sem plano de trabalho;
+ Falta de comprovação que irão para comissão ou bancada;
+ Incidência de ordem judicial de outra instância do Poder Judiciário ou das instituições de controle.
Os votos faltantes dos ministros podem ser apresentados no sistema até o dia 5 de março, próxima quarta.
STF forma maioria para homologar plano para transparência de emendas parlamentaresAcordo dá mais rastreabilidade ao dinheiro repassado a estados e municípiosPolítica2025-02-28T14:02:49.744ZO Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira (28) para validar a decisão do ministro Flávio Dino em homologar o plano de trabalho de governo e Congresso para dar mais transparência às emendas parlamentares. Acompanharam o relator os ministros Luís Roberto Barroso, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Edson Fachin. + O acordo homologado reforça a transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares, incluindo as de bancada (RP7), de comissão (RP8) e de relator (RP9). Também foi criada uma auditoria específica para fiscalizar as transferências especiais, as chamadas emendas Pix, em que o parlamentar precisa fazer a indicação da emenda e da entidade que vai receber os recursos. A Controladoria-Geral da União (CGU) aprimorou o Portal da Transparência, adicionando filtros detalhados e integração com outros ministérios. Os responsáveis pelo monitoramento das emendas são a CGU e o Tribunal de Contas da União (TCU). A liberação por parte de Dino não impacta as emendas de 2025, atingindo apenas as que tiverem: + Impedimentos técnicos identificados; + Suspensão específica, anteriormente determinada pelo STF, por auditorias em ONGs e demais instituições do terceiro setor; + Recursos destinados à Saúde que não estejam em contas específicas e regularizadas; + Transferências sem plano de trabalho; + Falta de comprovação que irão para comissão ou bancada; + Incidência de ordem judicial de outra instância do Poder Judiciário ou das instituições de controle. Os votos faltantes dos ministros podem ser apresentados no sistema até o dia 5 de março, próxima quarta.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/stf-forma-maioria-para-homologar-plano-para-transparencia-de-emendas-parlamentares