Repercussão: Governadores repudiam e apoiam ação dos EUA na Venezuela
Políticos se manifestaram sobre ataque e captura de Nicolás Maduro
S
Sofia Pilagallo, SBT Brasil
Tarcísio de Freitas | Agência Brasil
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comemorou a captura do ditador Nicolás Maduro, realizada durante operação do governo dos Estados Unidos na Venezuela, na madrugada deste sábado (3). Ele também alfinetou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Tarcísio disse que a ditadura que se instaurou na Venezuela "custou a liberdade de inocentes" e "os direitos políticos de opositores", foi possibilitada porque houve "conivência" e até "apoio explícito" por parte do presidente. Lula, no entanto, não reconheceu a reeleição de Maduro, em 2024.
"Uma ditadura não cai da noite para o dia. Ela corrói lentamente, apodrece por dentro; as instituições vão morrendo aos poucos e o preço é altíssimo. Custou a liberdade de inocentes, os direitos políticos de opositores, a prosperidade da Venezuela e de seu povo", disse Tarcísio nas redes sociais.
"E tudo isso só foi possível ao longo do tempo que houve conivência, omissão e até apoio explícito de quem insistiu em chamar um ditador de companheiro. Enquanto isso, famílias cruzavam as fronteiras, crianças abandonavam as escolas, perdiam a infância, pais vendiam tudo para recomeçar do zero", acrescentou.
Eduardo Leite (PSD), governador do Rio Grande do Sul, condenou a invasão dos EUA e também a ditadura de Maduro.
"Dá, sim, para condenar o regime ditatorial de Maduro, sem nenhuma relativização, o que existe na Venezuela é uma ditadura, viola direitos, sufoca liberdades, faz o povo sofrer. Ao mesmo tempo, é preciso condenar uma invasão estrangeira feita à margem do direito internacional sem respeitar o direito básico da não intervenção. Derrubar um ditador pode até parecer moralmente correto, mas o problema é o precedente."
Leite disse ainda que para resolver conflitos é preciso prevalecer a diplomacia, o diálogo e o respeito.
O governador de Minas, Romeu Zema (Novo), condenou o chavismo e desejou que a queda de Maduro sirva para que o povo venezuelano reencontre paz, estabilidade e o caminho do desenvolvimento.
Em Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil) comemorou a invasão e desejou que o dia 3 de janeiro de 2026 entre para a história como o dia da libertação do povo venezuelano.
O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), aprovou os ataques e parabenizou Trump pela "brilhante decisão de libertar o povo da Venezuela".
No Pará, Helder Barbalho (MDB) condenou o que chamou de retrocesso histórico na América do Sul. Mas também condenou a permanência de Maduro no Poder. Ele ainda classificou a ação dos EUA de uma agressão à ordem internacional".
Na Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) criticou a agressão norte-americana e reforçou a posição do governo brasileiro contra a violência e a favor do diálogo e convivência pacífica entre os países.
Repercussão: Governadores repudiam e apoiam ação dos EUA na VenezuelaPolíticos se manifestaram sobre ataque e captura de Nicolás MaduroPolítica2026-01-03T21:10:17.080ZO governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comemorou a captura do ditador Nicolás Maduro, realizada durante operação do governo dos Estados Unidos na Venezuela, na madrugada deste sábado (3). Ele também alfinetou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Tarcísio disse que a ditadura que se instaurou na Venezuela "custou a liberdade de inocentes" e "os direitos políticos de opositores", foi possibilitada porque houve "conivência" e até "apoio explícito" por parte do presidente. Lula, no entanto, não reconheceu a reeleição de Maduro, em 2024. "Uma ditadura não cai da noite para o dia. Ela corrói lentamente, apodrece por dentro; as instituições vão morrendo aos poucos e o preço é altíssimo. Custou a liberdade de inocentes, os direitos políticos de opositores, a prosperidade da Venezuela e de seu povo", disse Tarcísio nas redes sociais. "E tudo isso só foi possível ao longo do tempo que houve conivência, omissão e até apoio explícito de quem insistiu em chamar um ditador de companheiro. Enquanto isso, famílias cruzavam as fronteiras, crianças abandonavam as escolas, perdiam a infância, pais vendiam tudo para recomeçar do zero", acrescentou. Eduardo Leite (PSD), governador do Rio Grande do Sul, condenou a invasão dos EUA e também a ditadura de Maduro. "Dá, sim, para condenar o regime ditatorial de Maduro, sem nenhuma relativização, o que existe na Venezuela é uma ditadura, viola direitos, sufoca liberdades, faz o povo sofrer. Ao mesmo tempo, é preciso condenar uma invasão estrangeira feita à margem do direito internacional sem respeitar o direito básico da não intervenção. Derrubar um ditador pode até parecer moralmente correto, mas o problema é o precedente." Leite disse ainda que para resolver conflitos é preciso prevalecer a diplomacia, o diálogo e o respeito. O governador de Minas, Romeu Zema (Novo), condenou o chavismo e desejou que a queda de Maduro sirva para que o povo venezuelano reencontre paz, estabilidade e o caminho do desenvolvimento. Em Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil) comemorou a invasão e desejou que o dia 3 de janeiro de 2026 entre para a história como o dia da libertação do povo venezuelano. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), aprovou os ataques e parabenizou Trump pela "brilhante decisão de libertar o povo da Venezuela". No Pará, Helder Barbalho (MDB) condenou o que chamou de retrocesso histórico na América do Sul. Mas também condenou a permanência de Maduro no Poder. Ele ainda classificou a ação dos EUA de uma agressão à ordem internacional". Na Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) criticou a agressão norte-americana e reforçou a posição do governo brasileiro contra a violência e a favor do diálogo e convivência pacífica entre os países. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/repercussao-governadores-repudiam-e-apoiam-acao-dos-eua-na-venezuela
Dívida dos EUA dobra com Trump e Biden e passa de US$ 40 tri
Departamento do Tesouro dos Estados Unidos diz que é a primeira vez que a dívida total do país ultrapassa essa marca, o que gera novos alertas de crise fiscal
Marcola esteve em mansão de lobby de Lulinha, diz testemunha
Ao SBT, ex-empregada conta que filho mais velho de Lula e empresária usavam casa em Brasília para atender pedidos de influência em programas de governo