Renan insiste em bomba atômica e critica submissão aos EUA
Candidato do Missão à Presidência da República disse que a medida elevaria o status de soberania do país e defende que processo passe pela ONU
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Ighor Nóbrega
Candidato do Missão à Presidência, Renan Santos defende bomba atômica | Reprodução/X/Twitter
Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República, voltou a afirmar nesta segunda-feira (31) que o Brasil precisa desenvolver um programa nacional para o desenvolvimento de bombas nucleares.
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“O Brasil tem um dos maiores territórios do mundo, PIB grande, população de mais de 210 milhões de habitantes, recursos naturais quase infindáveis. Temos que discutir soberania e isso passa por bomba atômica, sim”, declarou o candidato em sabatina ao jornal Gazeta do Povo.
A ONU aprovou em 2017 o Tratado sobre a Proibição das Armas Nucleares da ONU, que tem o Brasil como um dos membros signatários. A resolução, porém, não foi adotada pelas potências nucleares.
Renan propõe que o Brasil procure Estados Unidos ou China para manifestar seu desejo de produção de bombas atômicas e pediu apoio junto às Nações Unidas sobre os fins pacíficos da medida. Ele citou os exemplos de Israel, Índia e Paquistão, que possuem esse tipo de armamento.
“Tenho que chegar para algum dos blocos hegemônicos, o norte-americano ou o chinês, e falar: Olha, vou fazer uma bomba atômica e preciso de apoio dentro da ONU para eu, como uma nação democrática, fazer isso com objetivo de pacificação”, argumentou.
Para o presidenciável, a manobra colocaria o Brasil no mesmo patamar das nove nações que hoje possuem armas nucleares. “[Elas] estão em um status diferente de soberania”, afirmou.
Renan ironizou os críticos da proposta e afirmou que eles preferem o país como um “vassalo internacional” e “submisso aos Estados Unidos”.
Renan insiste em bomba atômica e critica submissão aos EUACandidato do Missão à Presidência da República disse que a medida elevaria o status de soberania do país e defende que processo passe pela ONUPolítica2026-08-31T16:04:42.587ZRenan Santos, candidato do Missão à Presidência da República, voltou a afirmar nesta segunda-feira (31) que o Brasil precisa desenvolver um programa nacional para o desenvolvimento de bombas nucleares. “O Brasil tem um dos maiores territórios do mundo, PIB grande, população de mais de 210 milhões de habitantes, recursos naturais quase infindáveis. Temos que discutir soberania e isso passa por bomba atômica, sim”, declarou o candidato em sabatina ao jornal Gazeta do Povo. A ONU aprovou em 2017 o Tratado sobre a Proibição das Armas Nucleares da ONU, que tem o Brasil como um dos membros signatários. A resolução, porém, não foi adotada pelas potências nucleares. Renan propõe que o Brasil procure Estados Unidos ou China para manifestar seu desejo de produção de bombas atômicas e pediu apoio junto às Nações Unidas sobre os fins pacíficos da medida. Ele citou os exemplos de Israel, Índia e Paquistão, que possuem esse tipo de armamento. “Tenho que chegar para algum dos blocos hegemônicos, o norte-americano ou o chinês, e falar: Olha, vou fazer uma bomba atômica e preciso de apoio dentro da ONU para eu, como uma nação democrática, fazer isso com objetivo de pacificação”, argumentou. Para o presidenciável, a manobra colocaria o Brasil no mesmo patamar das nove nações que hoje possuem armas nucleares. “[Elas] estão em um status diferente de soberania”, afirmou. Renan ironizou os críticos da proposta e afirmou que eles preferem o país como um “vassalo internacional” e “submisso aos Estados Unidos”. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/renan-insiste-em-bomba-atomica-e-critica-submissao-aos-eua