Apresentador passou décadas na rede Globo, trabalhando em telejornais como Jornal da Globo, Bom dia Brasil, Jornal Hoje e na GloboNews
SBT News
Jornalista carlos Monforte | Zé Paulo Cardeal/Divulgação Memória Globo
O jornalista Carlos Monforte morreu nesta segunda-feira (31) aos 77 anos de idade. A notícia foi divulgada pelo canal de televisão GloboNews, que confirmou a informação com a família do jornalista. A emissora informou que ele vinha enfrentando problemas de saúde, mas não revelou a causa da morte.
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Monforte nasceu na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, em 1949. Iniciou sua carreira como repórter do jornal A Tribuna, quando ainda cursava Jornalismo na Faculdade de Comunicação de Santos. Na sequência, atuou como assessor de comunicação da Secretaria de Obras do Estado de São Paulo e repórter especial do jornal O Estado de S. Paulo.
É lembrado principalmente por ter trabalhado na Globo, onde ingressou em 1978, fazendo matérias para os programas "Jornalismo Eletrônico", "Jornal Nacional e "Fantástico". Ao longo da década de 1980, passou pela editoria de política do "Jornal da Globo", atuou como editor e apresentador do "Bom Dia São Paulo" e do "Bom Dia Brasil", além de participar do programa "Palanque Eletrônico", onde entrevistou os candidatos à Presidência da República nas eleições de 1989.
Em 1992, deixou a rede Globo por um breve período de dois anos para montar o departamento de Comunicação da Confederação Nacional de Indústrias, mas retornou à emissora logo em seguida, para trabalhar no "Jornal da Globo", como repórter especial em Brasília.
Em 1994, se envolveu na polêmica que causou a demissão do então ministro da Fazenda, Rubens Ricupero. Quando aguardava o início de uma entrevista com Monforte, o integrante do governo Fernando Henrique Cardoso afirmou, sem saber que seu áudio estava sendo captado por antenas parabólicas: “Eu não tenho escrúpulos. O que é bom a gente fatura; o que é ruim, esconde.” O episódio ficou marcado como uma confissão de uso abusivo da máquina administrativa.
Nos anos seguintes, Carlos Monforte seguiu atuando em telejornais da emissora, como "Jornal da Globo", "Bom dia Brasil", "Jornal Nacional" e "Jornal Hoje". Em 1998, começou a trabalhar no canal de televisão fechada GloboNews, onde comandava entrevistas exibidas no programa "Espaço Aberto".
No final de 2000, assumiu a função de coordenador da GloboNews em Brasília. Dali em diante, passou por programas como "Jornal das Dez", "GloboNews Política" e "Fatos e Versões". Deixou a Globo em 2016. Dali em diante, se dedicou a palestras, além de escrever o livro "O Papel do Jornalismo Sem Papel", publicado em 2022.
Jornalista Carlos Monforte morre aos 77 anosApresentador passou décadas na rede Globo, trabalhando em telejornais como Jornal da Globo, Bom dia Brasil, Jornal Hoje e na GloboNewsBrasil2026-08-31T13:42:45.779ZO jornalista Carlos Monforte morreu nesta segunda-feira (31) aos 77 anos de idade. A notícia foi divulgada pelo canal de televisão GloboNews, que confirmou a informação com a família do jornalista. A emissora informou que ele vinha enfrentando problemas de saúde, mas não revelou a causa da morte. Monforte nasceu na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, em 1949. Iniciou sua carreira como repórter do jornal A Tribuna, quando ainda cursava Jornalismo na Faculdade de Comunicação de Santos. Na sequência, atuou como assessor de comunicação da Secretaria de Obras do Estado de São Paulo e repórter especial do jornal O Estado de S. Paulo. É lembrado principalmente por ter trabalhado na Globo, onde ingressou em 1978, fazendo matérias para os programas "Jornalismo Eletrônico", "Jornal Nacional e "Fantástico". Ao longo da década de 1980, passou pela editoria de política do "Jornal da Globo", atuou como editor e apresentador do "Bom Dia São Paulo" e do "Bom Dia Brasil", além de participar do programa "Palanque Eletrônico", onde entrevistou os candidatos à Presidência da República nas eleições de 1989. Em 1992, deixou a rede Globo por um breve período de dois anos para montar o departamento de Comunicação da Confederação Nacional de Indústrias, mas retornou à emissora logo em seguida, para trabalhar no "Jornal da Globo", como repórter especial em Brasília. Em 1994, se envolveu na polêmica que causou a demissão do então ministro da Fazenda, Rubens Ricupero. Quando aguardava o início de uma entrevista com Monforte, o integrante do governo Fernando Henrique Cardoso afirmou, sem saber que seu áudio estava sendo captado por antenas parabólicas: “Eu não tenho escrúpulos. O que é bom a gente fatura; o que é ruim, esconde.” O episódio ficou marcado como uma confissão de uso abusivo da máquina administrativa. Nos anos seguintes, Carlos Monforte seguiu atuando em telejornais da emissora, como "Jornal da Globo", "Bom dia Brasil", "Jornal Nacional" e "Jornal Hoje". Em 1998, começou a trabalhar no canal de televisão fechada GloboNews, onde comandava entrevistas exibidas no programa "Espaço Aberto". No final de 2000, assumiu a função de coordenador da GloboNews em Brasília. Dali em diante, passou por programas como "Jornal das Dez", "GloboNews Política" e "Fatos e Versões". Deixou a Globo em 2016. Dali em diante, se dedicou a palestras, além de escrever o livro "O Papel do Jornalismo Sem Papel", publicado em 2022. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/jornalista-carlos-monforte-morre-aos-77-anos
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