Relatório da PF sobre Toffoli cruza dados de celular de Vorcaro com consultas de empresas e agendas
Parte do STF vê pesquisa ativa da PF contra ministro e avalia procedimento para apurar investigação ilegal
Cézar Feitoza
14/02/2026, 19:21 • Atualizado em 14/02/2026, 19:21
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Ministro do STF Dias Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro | Reprodução
O relatório da Polícia Federal sobre as suspeitas envolvendo o ministro Dias Toffoli no caso Master reúne mensagens de celular, registros de Junta Comercial, pesquisa de agendas públicas e consultas em processos judiciais.
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A multiplicidade das fontes de informação e a pesquisa ativa sobre Toffoli e sua ex-esposa Roberta Rangel foram avaliadas por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) como uma investigação ilegal contra o relator da investigação --e não um encontro fortuito de provas.
Por esse motivo, dois integrantes do Supremo consultados pelo SBT News têm avaliado abrir um procedimento para apurar a atuação da Polícia Federal no caso.
Um dos caminhos seria incluir o relatório da PF em um dos braços do inquérito das fake News, sob a justificativa de se tratar de uma investigação sobre ataques a ministros do tribunal.
A avaliação do momento, porém, é tratar da questão de forma reservada com a direção-geral da Polícia Federal e com integrantes do governo Lula.
O relatório da Polícia Federal enviado ao Supremo é uma Informação de Polícia Judiciária. No documento, os investigadores citam um artigo da Lei Orgânica da Magistratura sobre a comunicação ao tribunal sobre suspeitas de crimes de um de seus integrantes.
O documento foi entregue em formato PDF para Edson Fachin e Dias Toffoli. Os demais ministros do Supremo receberam apenas cópias físicas do material.
Relatório da PF sobre Toffoli cruza dados de celular de Vorcaro com consultas de empresas e agendasParte do STF vê pesquisa ativa da PF contra ministro e avalia procedimento para apurar investigação ilegalPolítica2026-02-14T19:21:16.028ZO relatório da Polícia Federal sobre as suspeitas envolvendo o ministro Dias Toffoli no caso Master reúne mensagens de celular, registros de Junta Comercial, pesquisa de agendas públicas e consultas em processos judiciais. A multiplicidade das fontes de informação e a pesquisa ativa sobre Toffoli e sua ex-esposa Roberta Rangel foram avaliadas por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) como uma investigação ilegal contra o relator da investigação --e não um encontro fortuito de provas. Por esse motivo, dois integrantes do Supremo consultados pelo SBT News têm avaliado abrir um procedimento para apurar a atuação da Polícia Federal no caso. Um dos caminhos seria incluir o relatório da PF em um dos braços do inquérito das fake News, sob a justificativa de se tratar de uma investigação sobre ataques a ministros do tribunal. A avaliação do momento, porém, é tratar da questão de forma reservada com a direção-geral da Polícia Federal e com integrantes do governo Lula. O relatório da Polícia Federal enviado ao Supremo é uma Informação de Polícia Judiciária. No documento, os investigadores citam um artigo da Lei Orgânica da Magistratura sobre a comunicação ao tribunal sobre suspeitas de crimes de um de seus integrantes. O documento foi entregue em formato PDF para Edson Fachin e Dias Toffoli. Os demais ministros do Supremo receberam apenas cópias físicas do material.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/relatorio-da-pf-sobre-toffoli-cruza-dados-de-celular-de-vorcaro-com-consultas-de-empresas-e-agendas