O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, disse nesta quinta-feira (19) que a Polícia Federal atua como parceira e colaboradora da comissão e “não é superior à CPMI em absolutamente nada”. A declaração foi dada antes da abertura da sessão do colegiado.
“Não interessa ao Brasil que órgãos investigadores estejam em desacordo. [...] A Polícia Federal faz um grande trabalho, mas não é superior à CPMI em absolutamente nada. Pelo contrário, ela nos ajuda nas investigações como órgão colaborar. A CPI tem a liberdade e obrigação de investigar, pedir documentos e guardar documentos em sigilo”, declarou.
Viana também disse não ter interesse em entrar em desacordo com a PF ou com o Supremo Tribunal Federal (STF) e destacou a necessidade que as autoridades atuem juntas para “colocar na cadeia quem roubou os aposentados brasileiros”. O presidente da comissão afirmou que, por isso, se viu “obrigado a concordar” com a decisão do STF de proibir acesso aos dados na sala-cofre da CPMI.
O presidente voltou a defender a prorrogação dos trabalhos da comissão, inicialmente previstos para serem encerrados no dia 28, mas disse não ter atualizações. “Tenho muita confiança que vamos prorrogar pelo bem do Brasil”, declarou.
Na visão do senador, as investigações vão alcançar parlamentares e integrantes do Judiciário e que esse risco é usado como pressão para impedir que os trabalhos do Congresso avancem.
Nesta quinta-feira (19), a CPMI ouve Artur Ildefonso Brotto Azevedo, CEO do Banco C6 Consignado, e vota requerimentos de convite ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e seu antecessor, Roberto Campos Neto. A expectativa de Carlos Viana é que os pedidos sejam aprovados e os dois compareçam juntos à comissão.
A Polícia Federal foi procurada e, se houver manifestação, essa reportagem será atualizada.
Polícia Federal não é superior à CPMI do INSS, diz Carlos VianaPresidente da comissão disse que a PF faz um grande trabalho e é uma colaboradora dos trabalhos da CPMIPolítica2026-03-19T13:18:40.483ZO senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, disse nesta quinta-feira (19) que a Polícia Federal atua como parceira e colaboradora da comissão e “não é superior à CPMI em absolutamente nada”. A declaração foi dada antes da abertura da sessão do colegiado. “Não interessa ao Brasil que órgãos investigadores estejam em desacordo. [...] A Polícia Federal faz um grande trabalho, mas não é superior à CPMI em absolutamente nada. Pelo contrário, ela nos ajuda nas investigações como órgão colaborar. A CPI tem a liberdade e obrigação de investigar, pedir documentos e guardar documentos em sigilo”, declarou. Viana também disse não ter interesse em entrar em desacordo com a PF ou com o Supremo Tribunal Federal (STF) e destacou a necessidade que as autoridades atuem juntas para “colocar na cadeia quem roubou os aposentados brasileiros”. O presidente da comissão afirmou que, por isso, se viu “obrigado a concordar” com a decisão do STF de proibir acesso aos dados na sala-cofre da CPMI. O presidente voltou a defender a prorrogação dos trabalhos da comissão, inicialmente previstos para serem encerrados no dia 28, mas disse não ter atualizações. “Tenho muita confiança que vamos prorrogar pelo bem do Brasil”, declarou. Na visão do senador, as investigações vão alcançar parlamentares e integrantes do Judiciário e que esse risco é usado como pressão para impedir que os trabalhos do Congresso avancem. Nesta quinta-feira (19), a CPMI ouve Artur Ildefonso Brotto Azevedo, CEO do Banco C6 Consignado, e vota requerimentos de convite ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e seu antecessor, Roberto Campos Neto. A expectativa de Carlos Viana é que os pedidos sejam aprovados e os dois compareçam juntos à comissão. A Polícia Federal foi procurada e, se houver manifestação, essa reportagem será atualizada. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/policia-federal-nao-e-superior-a-cpmi-do-inss-diz-carlos-viana
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