Não há clima para julgar emendas em 2026, diz Gilmar
Ações sobre emendas parlamentares são relatadas por Flávio Dino e estão prontas para julgamento
Cézar Feitoza
Gilmar Mendes, ministro do STF | Paola Cuenca/SBT
O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse nesta segunda-feira (22) não ver clima para o Supremo julgar em 2026 as ações que questionam a constitucionalidade das emendas parlamentares impositivas.
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Os processos sobre o tema estão sob a relatoria do ministro Flávio Dino e são centrais nos embates entre o Congresso e o Supremo.
Na visão de parlamentares, Dino vem criando terreno para derrubar as emendas impositivas --um tipo de verba indicada por congressistas que o governo é obrigado a pagar.
"Acho que não conseguimos mais discutir emendas em 2026", disse o ministro em café com jornalistas. "É um assunto delicado para se tratar em ano eleitoral", disse Gilmar.
O ministro afirmou que a indicação das emendas por motivações políticas não é um erro. A afronta à Constituição está no crime de desvio desses recursos.
"Não há ânimo no Supremo de criminalizar a atividade política", complementou.
Tuca, como é conhecida no Congresso, foi alvo de buscas autorizadas por Dino. Lideranças políticas procuraram integrantes do Supremo para criticas a operação --a primeira que, ao invés de investigar desvios, apura os critérios políticos para a distribuição do dinheiro.
Gilmar não quis comentar essa operação por dizer desconhecer os autos.
Não há clima para julgar emendas em 2026, diz GilmarAções sobre emendas parlamentares são relatadas por Flávio Dino e estão prontas para julgamentoPolítica2025-12-22T21:44:17.732ZO ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse nesta segunda-feira (22) não ver clima para o Supremo julgar em 2026 as ações que questionam a constitucionalidade das emendas parlamentares impositivas. Os processos sobre o tema estão sob a relatoria do ministro Flávio Dino e são centrais nos embates entre o Congresso e o Supremo. Na visão de parlamentares, Dino vem criando terreno para derrubar as emendas impositivas --um tipo de verba indicada por congressistas que o governo é obrigado a pagar. "Acho que não conseguimos mais discutir emendas em 2026", disse o ministro em café com jornalistas. "É um assunto delicado para se tratar em ano eleitoral", disse Gilmar. O ministro afirmou que a indicação das emendas por motivações políticas não é um erro. A afronta à Constituição está no crime de desvio desses recursos. "Não há ânimo no Supremo de criminalizar a atividade política", complementou. A Polícia Federal realizou, no início do mês, uma operação contra . Tuca, como é conhecida no Congresso, foi alvo de buscas autorizadas por Dino. Lideranças políticas procuraram integrantes do Supremo para criticas a operação --a primeira que, ao invés de investigar desvios, apura os critérios políticos para a distribuição do dinheiro. Gilmar não quis comentar essa operação por dizer desconhecer os autos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/nao-ha-clima-para-julgar-emendas-em-2026-diz-gilmar
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