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"Foi dito o seguinte: que não é possível que se deixem de plataformas digitais a divulgação de temas de pornografia, de pedofilia e dos famosos desafios que correm nas redes digitais, que levaram à morte uma criança de oito anos. Há pouco tempo, em Brasília, houve um desafio com desodorante que levou à morte uma criança de oito anos", afirmou Vieira em audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado.
"Tem que haver algum tipo de controle, que não se pode deixar. Afinal, todas as plataformas que veem o mundo têm que ter um tipo de responsabilidade."
Ainda segundo o ministro, esse foi o teor da fala da primeira-dama. Ele acrescentou que não há, no momento, qualquer tratativa oficial com o governo chinês para envio de especialistas ao Brasil. "Não há, de forma alguma, nenhum programa de visita de especialistas para tratar o que quer que seja. Isso pode haver no futuro."
Vieira também defendeu que a regulação das plataformas deve partir do próprio país. "Eu acho que o Brasil tem que regulamentar a questão das plataformas e, depois, é uma questão de tratar do mesmo jeito, que também é diferente, a questão dos algoritmos que são utilizados no Brasil e no resto do mundo pela empresa."
A jornalistas, o ministro minimizou as críticas e negou qualquer mal-estar diplomático causado pela participação de Janja no jantar com a delegação chinesa. Disse ainda que a fala não gerou reações formais por parte do governo chinês.
A audiência também tratou de outros temas da política externa, como o asilo concedido a Nadine Heredia, ex-primeira-dama do Peru, e as recentes viagens internacionais de Lula.
Mauro Vieira diz que fala de Janja na China foi orientação de Lula e nega mal-estar diplomáticoMinistro das Relações Exteriores participou nesta terça (20) de audiência na Comissão de Relações Exteriores do SenadoPolítica2025-05-20T15:52:13.527ZO ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta terça-feira (20) que a , Xi Jinping, foi feita a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o chanceler, Janja abordou a necessidade de maior responsabilidade das plataformas digitais diante da circulação de conteúdos nocivos. "Foi dito o seguinte: que não é possível que se deixem de plataformas digitais a divulgação de temas de pornografia, de pedofilia e dos famosos desafios que correm nas redes digitais, que levaram à morte uma criança de oito anos. Há pouco tempo, em Brasília, houve um desafio com desodorante que levou à morte uma criança de oito anos", afirmou Vieira em audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado. "Tem que haver algum tipo de controle, que não se pode deixar. Afinal, todas as plataformas que veem o mundo têm que ter um tipo de responsabilidade." Ainda segundo o ministro, esse foi o teor da fala da primeira-dama. Ele acrescentou que não há, no momento, qualquer tratativa oficial com o governo chinês para envio de especialistas ao Brasil. "Não há, de forma alguma, nenhum programa de visita de especialistas para tratar o que quer que seja. Isso pode haver no futuro." Vieira também defendeu que a regulação das plataformas deve partir do próprio país. "Eu acho que o Brasil tem que regulamentar a questão das plataformas e, depois, é uma questão de tratar do mesmo jeito, que também é diferente, a questão dos algoritmos que são utilizados no Brasil e no resto do mundo pela empresa." A jornalistas, o ministro minimizou as críticas e negou qualquer mal-estar diplomático causado pela participação de Janja no jantar com a delegação chinesa. Disse ainda que a fala não gerou reações formais por parte do governo chinês. A audiência também tratou de outros temas da política externa, como o asilo concedido a Nadine Heredia, ex-primeira-dama do Peru, e as recentes viagens internacionais de Lula. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/mauro-vieira-diz-que-fala-de-janja-na-china-foi-orientacao-de-lula-e-nega-mal-estar-diplomatico
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