Filme de Bolsonaro: Mario Frias nega ao STF uso de emendas
Deputado afirma que recursos tiveram finalidade social e pede arquivamento de investigação no Supremo
Antonio Souza, SBT News
Deputado Federal Mario Frias (PL-SP) | Bruno Spada/Câmara dos Deputados
O deputado federal Mario Frias negou nesta segunda-feira (25) ao Supremo Tribunal Federal (STF) ter utilizado emendas parlamentares para financiar o filme "Dark Horse", cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Em manifestação enviada ao ministro Flávio Dino, Frias afirmou que os recursos tiveram finalidade social e pediu o arquivamento da petição que apura o caso.
O processo tem origem em uma ação movida pelos deputados Henrique Vieira (Psol-RJ) e Tabata Amaral (PSB-SP) para investigar possíveis irregularidades. Segundo Tabata, Frias teria destinado ao menos R$ 2 milhões para a Academia Nacional de Cultura, presidida pela empresária Karina Ferreira da Gama, também sócia da produtora Go Up Entertainment, responsável por “Dark Horse”.
O que diz a defesa de Mario Frias?
Na petição enviada ao STF, a defesa afirma que os recursos não eram “emendas Pix”, mas “transferências com finalidade específica” previstas na Constituição e registradas no sistema Transferegov.
Segundo Frias, os valores foram destinados a projetos de inclusão digital, empreendedorismo, letramento tecnológico e atividades esportivas voltadas a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
“Não identificou qualquer vínculo entre as emendas parlamentares em questão e a produção cinematográfica ‘Dark Horse’”, diz trecho do documento apresentado pela defesa.
Além de Frias, a ação também apura possíveis irregularidades em emendas dos deputados Bia Kicis (PL-DF) e Marcos Pollon (PL-MS).
Kicis e Pollon responderam aos questionamentos judiciais informando ter transferido parte de suas verbas parlamentares para financiar a série documental “Heróis Nacionais – Filhos do Brasil que não se rendem”, em exaltação a figuras de viés conservador da história brasileira.
Ambos disseram, porém, que a execução do projeto não se concretizou e que os recursos foram utilizados para outros fins.
Até o momento, o STF ainda não se manifestou sobre arquivamento de processo.
Filme de Bolsonaro: Mario Frias nega ao STF uso de emendas Deputado afirma que recursos tiveram finalidade social e pede arquivamento de investigação no SupremoPolítica2026-05-26T02:30:02.954ZO deputado federal Mario Frias negou nesta segunda-feira (25) ao Supremo Tribunal Federal (STF) ter utilizado emendas parlamentares para financiar o filme "Dark Horse", cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em manifestação enviada ao ministro Flávio Dino, Frias afirmou que os recursos tiveram finalidade social e pediu o arquivamento da petição que apura o caso. A do deputado. A suspeita é de que parte desses recursos públicos teria sido usada para financiar o filme “Dark Horse”, obra que retratará a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. O processo tem origem em uma ação movida pelos deputados Henrique Vieira (Psol-RJ) e Tabata Amaral (PSB-SP) para investigar possíveis irregularidades. Segundo Tabata, Frias teria destinado ao menos R$ 2 milhões para a Academia Nacional de Cultura, presidida pela empresária Karina Ferreira da Gama, também sócia da produtora Go Up Entertainment, responsável por “Dark Horse”. O que diz a defesa de Mario Frias? Na petição enviada ao STF, a defesa afirma que os recursos não eram “emendas Pix”, mas “transferências com finalidade específica” previstas na Constituição e registradas no sistema Transferegov. Segundo Frias, os valores foram destinados a projetos de inclusão digital, empreendedorismo, letramento tecnológico e atividades esportivas voltadas a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. “Não identificou qualquer vínculo entre as emendas parlamentares em questão e a produção cinematográfica ‘Dark Horse’”, diz trecho do documento apresentado pela defesa. Além de Frias, a ação também apura possíveis irregularidades em emendas dos deputados Bia Kicis (PL-DF) e Marcos Pollon (PL-MS). Kicis e Pollon responderam aos questionamentos judiciais informando ter transferido parte de suas verbas parlamentares para financiar a série documental “Heróis Nacionais – Filhos do Brasil que não se rendem”, em exaltação a figuras de viés conservador da história brasileira. Ambos disseram, porém, que a execução do projeto não se concretizou e que os recursos foram utilizados para outros fins. Até o momento, o STF ainda não se manifestou sobre arquivamento de processo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/mario-frias-nega-ao-stf-uso-de-emendas-em-filme-de-bolsonaro
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