Presidente visitou a Avibras Aeroco, em Jacareí (SP), nesta sexta-feira (24); indústria fabrica e comercializa sistemas de defesa e soluções espaciais civis
Isabelle Saleme
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) | Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente e pré-candidato à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu que o Brasil precisa estar preparado para eventuais ataques de outros países.
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“Quando alguém quiser invadir a gente, não adianta falar: 'Invade agora, não. Deixa eu comprar, me dá um prazo'. Ninguém espera. Então, as Forças Armadas, junto com o Ministério da Defesa, vão se preparar”, disse o presidente.
Na manhã desta sexta-feira (24), acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ministros da Defesa, José Múcio; de Minas e Energia, Alexandre Silveira; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias Rosa; do Gabinete de Segurança Institucional, o general da reserva Marcos Antonio Amaro dos Santos; e da Ciência, Tecnologia e Inovações, Luciana Santos, além de representantes das Forças Armadas, o presidente visitou a Avibras Aeroco, em Jacareí.
A indústria, que projeta, desenvolve, fabrica e comercializa sistemas de defesa e soluções espaciais civis, incluindo mísseis, foguetes, veículos especiais e lançadores espaciais, voltou a funcionar em maio, com cerca de 500 funcionários, depois de ficar fechada por quatro anos.
Com dívidas trabalhistas, a empresa aguarda um aporte financeiro do governo federal para quitar parte dos débitos negociados com o Sindicato dos Metalúrgicos.
"A volta da Avibras foi muito importante, mas seguiremos com a nossa defesa da estatização desta empresa tão estratégica para o nosso país. O sindicato fez sua parte para que a Avibras não fechasse as portas. Agora é hora de o governo federal liberar recursos para que a fábrica quite a dívida trabalhista e para a preservação da principal indústria bélica do Brasil", afirma Weller Gonçalves, presidente do Sindicato.
Lula visitou pelo menos três setores da fábrica. O retorno das atividades ocorre em um momento em que o governo fala em reforçar a indústria nacional e fortalecer o setor de defesa, em meio a um contexto global marcado por instabilidade e imprevisibilidade.
“Cuidar da defesa deste país não é coisa pequena nem secundária. (...) Eu quero as Forças Armadas bem preparadas, bem treinadas, com soldados e com efetivo suficiente para tomar conta deste país. E quero que elas estejam bem preparadas do ponto de vista do poderio bélico e do conhecimento científico e tecnológico, para que a gente possa andar de cabeça erguida, sem nenhuma arrogância, andando em paz, mas preparado para não deixar ninguém se meter no nosso país”, afirmou o presidente.
Lula quer investimento em Defesa contra invasõesPresidente visitou a Avibras Aeroco, em Jacareí (SP), nesta sexta-feira (24); indústria fabrica e comercializa sistemas de defesa e soluções espaciais civisPolítica2026-07-24T18:04:42.531ZO presidente e pré-candidato à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu que o Brasil precisa estar preparado para eventuais ataques de outros países. “Quando alguém quiser invadir a gente, não adianta falar: 'Invade agora, não. Deixa eu comprar, me dá um prazo'. Ninguém espera. Então, as Forças Armadas, junto com o Ministério da Defesa, vão se preparar”, disse o presidente. Na manhã desta sexta-feira (24), acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ministros da Defesa, José Múcio; de Minas e Energia, Alexandre Silveira; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias Rosa; do Gabinete de Segurança Institucional, o general da reserva Marcos Antonio Amaro dos Santos; e da Ciência, Tecnologia e Inovações, Luciana Santos, além de representantes das Forças Armadas, o presidente visitou a Avibras Aeroco, em Jacareí. A indústria, que projeta, desenvolve, fabrica e comercializa sistemas de defesa e soluções espaciais civis, incluindo mísseis, foguetes, veículos especiais e lançadores espaciais, voltou a funcionar em maio, com cerca de 500 funcionários, depois de ficar fechada por quatro anos. Com dívidas trabalhistas, a empresa aguarda um aporte financeiro do governo federal para quitar parte dos débitos negociados com o Sindicato dos Metalúrgicos. "A volta da Avibras foi muito importante, mas seguiremos com a nossa defesa da estatização desta empresa tão estratégica para o nosso país. O sindicato fez sua parte para que a Avibras não fechasse as portas. Agora é hora de o governo federal liberar recursos para que a fábrica quite a dívida trabalhista e para a preservação da principal indústria bélica do Brasil", afirma Weller Gonçalves, presidente do Sindicato. Lula visitou pelo menos três setores da fábrica. O retorno das atividades ocorre em um momento em que o governo fala em reforçar a indústria nacional e fortalecer o setor de defesa, em meio a um contexto global marcado por instabilidade e imprevisibilidade. “Cuidar da defesa deste país não é coisa pequena nem secundária. (...) Eu quero as Forças Armadas bem preparadas, bem treinadas, com soldados e com efetivo suficiente para tomar conta deste país. E quero que elas estejam bem preparadas do ponto de vista do poderio bélico e do conhecimento científico e tecnológico, para que a gente possa andar de cabeça erguida, sem nenhuma arrogância, andando em paz, mas preparado para não deixar ninguém se meter no nosso país”, afirmou o presidente.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/lula-quer-investimento-em-defesa-contra-invasoes
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