Fachin indica que revisão de Bolsonaro irá ao plenário
Relatoria do caso está com Nunes Marques; gabinete da presidência do STF considera incabível que a decisão não receba a palavra final de todos os ministros
Basília Rodrigues
O ex-presidente Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar | Adriano Machado/Reuters
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, indicou a ministros da Corte que o plenário dará palavra final sobre o pedido de revisão criminal do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Diante dos rumores de que Marques poderia inicialmente decidir sozinho, ministros do STF teriam se queixado com Fachin.
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O gabinete da presidência do STF considera incabível que a decisão sobre o assunto não receba a palavra final do plenário da Corte, hoje formado por 10 ministros.
Pedidos de revisão criminal do julgamento da tentativa de golpe tramitam desde o ano passado na Corte. A PGR, até aqui, tem se manifestado negativamente sobre todos.
No caso de Jair Bolsonaro, há duas ações de revisão criminal. A mais recente é do fim de setembro, e compara o processo contra o ex-presidente com as acusações que vinculam o ministro Alexandre de Moraes com o Banco Master, e que ainda não foram a julgamento.
Fachin indica que revisão de Bolsonaro irá ao plenárioRelatoria do caso está com Nunes Marques; gabinete da presidência do STF considera incabível que a decisão não receba a palavra final de todos os ministrosPolítica2026-10-07T15:55:20.315ZO presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, indicou a ministros da Corte que o plenário dará palavra final sobre o pedido de revisão criminal do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. O ministro Nunes Marques, que é relator do caso, tem dito a interlocutores que quer. Antes, ele deve ouvir a Procuradoria-Geral da República (PGR). Diante dos rumores de que Marques poderia inicialmente decidir sozinho, ministros do STF teriam se queixado com Fachin. O gabinete da presidência do STF considera incabível que a decisão sobre o assunto não receba a palavra final do plenário da Corte, hoje formado por 10 ministros. Pedidos de revisão criminal do julgamento da tentativa de golpe tramitam desde o ano passado na Corte. A PGR, até aqui, tem se manifestado negativamente sobre todos. No caso de Jair Bolsonaro, há duas ações de revisão criminal. A mais recente é do fim de setembro, e compara o processo contra o ex-presidente com as acusações que vinculam o ministro Alexandre de Moraes com o Banco Master, e que ainda não foram a julgamento. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/fachin-indica-que-revisao-de-bolsonaro-ira-ao-plenario
Anúncio foi feito por Marcos Pereira em Brasília, com a presença de Tarcísio de Freitas. No primeiro turno, Flávio teve 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%