Energia elétrica: ministro diz que concessões firmadas no passado são “contratos frouxos”
Segundo Alexandre Silveira (Minas e Energia), serviço prestado por distribuidoras está “muito a quem” do que o governo quer atingir
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SBT News
Ministro de Lula para Minas e Energia concedeu entrevista ao jornalista Leonardo Cavalcanti do SBT News
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Em entrevista ao jornalista Leonardo Cavalcanti do SBT News nesta sexta-feira (16), o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) disse que os contratos para a distribuição de energia firmados anteriormente a atual gestão são “frouxos”.
Para Silveira, os acordados têm como referencial exigências ultrapassadas em relação “daquilo que é a média internacional”.
“Nós estamos trabalhando vigorosamente para que haja o extremo rigor na possível mudança contratual [...] para que a gente possa ampliar, além da questão regulatória, a questão também normativa e contratual as exigências”, explicou o ministro.
Quando questionado sobre o aumento de normativas, o chefe da pasta de Minas e Energia do governo Lula afirma que é esperado das concessionárias “respostas mais rápidas à sociedade”. “É a parte do setor elétrico mais próxima ao cidadão [...] elas têm a obrigação de terem equipes mobilizadas”, afirmou.
A empresa poderá renunciar ao direito de interpor recurso, ganhando a redução de 25% no valor da multa.
“Propus, e a Aneel tem cumprido isso, que a agência fosse extremamente contundente e rigorosa na aplicação de multas”, contou Alexandre Silveira ao analisar que no passado eram “irrelevantes do ponto de vista de valores”.
Energia elétrica: ministro diz que concessões firmadas no passado são “contratos frouxos” Segundo Alexandre Silveira (Minas e Energia), serviço prestado por distribuidoras está “muito a quem” do que o governo quer atingirPolítica2024-02-16T16:57:46.120Z Em entrevista ao jornalista Leonardo Cavalcanti do SBT News nesta sexta-feira (16), o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) disse que os contratos para a distribuição de energia firmados anteriormente a atual gestão são “frouxos”. Para Silveira, os acordados têm como referencial exigências ultrapassadas em relação “daquilo que é a média internacional”. “Nós estamos trabalhando vigorosamente para que haja o extremo rigor na possível mudança contratual [...] para que a gente possa ampliar, além da questão regulatória, a questão também normativa e contratual as exigências”, explicou o ministro. Quando questionado sobre o aumento de normativas, o chefe da pasta de Minas e Energia do governo Lula afirma que é esperado das concessionárias “respostas mais rápidas à sociedade”. “É a parte do setor elétrico mais próxima ao cidadão [...] elas têm a obrigação de terem equipes mobilizadas”, afirmou. Como exemplo, o ministro citou o ocorrido com a Enel. A responsável por fornecer energia para a grande São Paulo tem dez dias para (Aneel) —em decorrência ao apagão de até cinco dias em novembro de 2023. A empresa poderá renunciar ao direito de interpor recurso, ganhando a redução de 25% no valor da multa. “Propus, e a Aneel tem cumprido isso, que a agência fosse extremamente contundente e rigorosa na aplicação de multas”, contou Alexandre Silveira ao analisar que no passado eram “irrelevantes do ponto de vista de valores”. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/energia-eletrica-ministro-diz-que-concessoes-firmadas-no-passado-sao-contratos-frouxos