Caiado: convenção de Flávio desceu a ‘nível rasteiro’
Candidato do PSD à Presidência afirma que adversários não têm “autoridade moral” para governar o país
Victoria Abel, Marcos Santos
Ronaldo Caiado (PSD) avaliou carta de Jair Bolsonaro como resposta a "pedido de socorro" de Flávio | Reprodução/SBT
O candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, voltou a fazer críticas a Flávio Bolsonaro (PL) e destacou que a convenção do adversário desceu a um “nível rasteiro”, não apresentou propostas, e quis desviar o foco da campanha para um bate-boca diplomático entre Brasil e Argentina.
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Ronaldo Caiado esteve em encontro com a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert).
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Para ele, nem Bolsonaro, nem Lula possuem autoridade moral e intelectual para governar um país.
“Foi um evento em que o candidato perdeu para um argentino [Javier Milei, presidente da Argentina] e para um avatar [de Jair Bolsonaro, feito com inteligência artificial]. Então ali não tinha presença do candidato, não tinha proposta. Desceu a um nível tão rasteiro de agressão que, ao invés de discutirmos os temas nacionais, nós estamos discutindo o problema de agressão aos Estados Unidos, com a Argentina. Os candidatos hoje querem desviar o foco da campanha. Eles não tem autoridade moral ou intelectual para discutir o país, então desviam o foco”, afirmou.
O vice na chapa, Gilberto Kassab (PSD), também afirmou que a convenção não trouxe ao debate propostas do bolsonarista.
“Foi uma convenção pobre. Não teve proposta. Ele trouxe o presidente de outro país para fazer um bate boca com o atual governo”, ressaltou.
Ciro Gomes
Caiado ainda se disse lisonjeado com possibilidade de apoio do candidato ao governo do Ceará pelo PSDB, Ciro Gomes, à sua candidatura.
“Espero ter a oportunidade de participar com ele na campanha. Já procurei por ele e vou procurar outras vezes”, afirmou.
Ajuste fiscal
O ex-governador de Goiás ainda comparou a atual situação das contas públicas com o governo da ex-presidente Dilma Roussef (PT). De acordo com ele, Lula deixará um rombo fiscal semelhante para o próximo presidente da República resolver.
“Vocês estão vendo a armadilha que o e governo vai entrar, igual ao Dilma 2. É crédito extraordinário para Desenrola, para renovação de frota, para capital de giro. São R$ 92 bilhões em crédito extraordinário, isso é um crime. Um desrespeito à Constituição brasileira, em uma atitude populista”, disse.
Caiado afirmou que não aceitará um “orçamento fake”, caso seja eleito, e trabalhará com a situação real das contas públicas.
Violência contra mulher
Como proposta para o combate à violência contra mulher, Caiado propôs o confisco dos bens do agressor, transferindo os valores para a família da mulher agredida. Ele ainda defendeu penas mais duras e medidas protetivas que funcionem.
Caiado: convenção de Flávio desceu a ‘nível rasteiro’ Candidato do PSD à Presidência afirma que adversários não têm “autoridade moral” para governar o paísPolítica2026-07-29T15:09:54.488ZO candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, voltou a fazer críticas a Flávio Bolsonaro (PL) e destacou que a convenção do adversário desceu a um “nível rasteiro”, não apresentou propostas, e quis desviar o foco da campanha para um bate-boca diplomático entre Brasil e Argentina. Ronaldo Caiado esteve em encontro com a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert). 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! Clique e siga o canal do SBT News. Para ele, nem Bolsonaro, nem Lula possuem autoridade moral e intelectual para governar um país. “Foi um evento em que o candidato perdeu para um argentino [Javier Milei, presidente da Argentina] e para um avatar [de Jair Bolsonaro, feito com inteligência artificial]. Então ali não tinha presença do candidato, não tinha proposta. Desceu a um nível tão rasteiro de agressão que, ao invés de discutirmos os temas nacionais, nós estamos discutindo o problema de agressão aos Estados Unidos, com a Argentina. Os candidatos hoje querem desviar o foco da campanha. Eles não tem autoridade moral ou intelectual para discutir o país, então desviam o foco”, afirmou. O vice na chapa, Gilberto Kassab (PSD), também afirmou que a convenção não trouxe ao debate propostas do bolsonarista. “Foi uma convenção pobre. Não teve proposta. Ele trouxe o presidente de outro país para fazer um bate boca com o atual governo”, ressaltou. Ciro Gomes Caiado ainda se disse lisonjeado com possibilidade de apoio do candidato ao governo do Ceará pelo PSDB, Ciro Gomes, à sua candidatura. “Espero ter a oportunidade de participar com ele na campanha. Já procurei por ele e vou procurar outras vezes”, afirmou. Ajuste fiscal O ex-governador de Goiás ainda comparou a atual situação das contas públicas com o governo da ex-presidente Dilma Roussef (PT). De acordo com ele, Lula deixará um rombo fiscal semelhante para o próximo presidente da República resolver. “Vocês estão vendo a armadilha que o e governo vai entrar, igual ao Dilma 2. É crédito extraordinário para Desenrola, para renovação de frota, para capital de giro. São R$ 92 bilhões em crédito extraordinário, isso é um crime. Um desrespeito à Constituição brasileira, em uma atitude populista”, disse. Caiado afirmou que não aceitará um “orçamento fake”, caso seja eleito, e trabalhará com a situação real das contas públicas. Violência contra mulher Como proposta para o combate à violência contra mulher, Caiado propôs o confisco dos bens do agressor, transferindo os valores para a família da mulher agredida. Ele ainda defendeu penas mais duras e medidas protetivas que funcionem.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/caiado-convencao-de-flavio-desceu-a-nivel-rasteiro
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