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Segundo Boulos, a aprovação na principal comissão da Casa representa uma “grande vitória”, mas o objetivo agora é levar a proposta ao plenário do Senado, aprová-la e encaminhá-la para promulgação pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Nós queremos e esperamos que seja votada no plenário do Senado Federal, aprovada e promulgada pelo presidente Lula”, afirmou.
Apesar dos apelos de Boulos pela aprovação da proposta antes das eleições, o setor empresarial tenta barrar o avanço da matéria no Congresso e se posiciona contra mudanças que reduzam a jornada de trabalho sem contrapartidas.
O ministro também acusou o PL, o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, e o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de terem trabalhado para adiar a votação da proposta para depois das eleições.
“Houve todo um esforço liderado pelo PL, Valdemar Costa Neto, que era jogar, empurrar com a barriga a PEC do fim da 6x1 para jogá-la depois da eleição”, declarou.
Boulos também citou a presença de Flávio Bolsonaro no Senado durante a votação e afirmou que o senador teria interrompido a campanha eleitoral para tentar dificultar a aprovação da proposta.
“A estratégia era essa. Então, votar antes da eleição é o direito que a sociedade brasileira tem”, disse.
Tema pode pesar nas eleições
Para Boulos, a aprovação da proposta antes do período eleitoral permitiria que os eleitores avaliassem a posição dos candidatos sobre o fim da escala 6x1.
O ministro defendeu que os eleitores possam considerar, nas urnas, como candidatos ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Presidência da República se posicionaram sobre a redução da jornada de trabalho.
“No momento do voto, os eleitores possam avaliar se a posição dos seus candidatos ao Senado, assim como dos seus candidatos a deputado, como do seu candidato a presidente da República, está em consonância com a maioria da sociedade, com o desejo dos trabalhadores brasileiros, ou não.”
CCJ do Senado aprova PEC do fim da escala 6x1
A CCJ do Senado aprovou nesta quarta-feira (2), em votação simbólica, a PEC 221/2019, que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente do colegiado, contabilizou apenas quatro votos contrários dos 27 presentes na sessão.
Com o aval da comissão, que também acolheu o calendário especial previsto para a regulamentação, a proposta segue agora para o plenário da Casa. São necessários os votos de 49 dos 81 senadores em dois turnos para aprovação.
A expectativa é que a PEC seja pautada ainda para esta quarta (2) pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O calendário especial também precisa ser referendado no plenário.
Boulos: Sociedade tem direito ao fim da 6x1 antes da eleiçãoMinistro da Secretaria-Geral da Presidência falou após aprovação do texto na CCJ do SenadoPolítica2026-09-02T19:07:41.257ZO , afirmou que a sociedade brasileira tem o direito de ver a proposta que prevê o fim da escala 6x1 aprovada antes das eleições. A declaração ocorreu após a aprovação do texto na do Senado. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Segundo Boulos, a aprovação na principal comissão da Casa representa uma “grande vitória”, mas o objetivo agora é levar a proposta ao plenário do Senado, aprová-la e encaminhá-la para promulgação pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Nós queremos e esperamos que seja votada no plenário do Senado Federal, aprovada e promulgada pelo presidente Lula”, afirmou. Apesar dos apelos de Boulos pela aprovação da proposta antes das eleições, o setor empresarial tenta barrar o avanço da matéria no Congresso e se posiciona contra mudanças que reduzam a jornada de trabalho sem contrapartidas. O ministro também acusou o PL, o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, e o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de terem trabalhado para adiar a votação da proposta para depois das eleições. “Houve todo um esforço liderado pelo PL, Valdemar Costa Neto, que era jogar, empurrar com a barriga a PEC do fim da 6x1 para jogá-la depois da eleição”, declarou. Boulos também citou a presença de Flávio Bolsonaro no Senado durante a votação e afirmou que o senador teria interrompido a campanha eleitoral para tentar dificultar a aprovação da proposta. “A estratégia era essa. Então, votar antes da eleição é o direito que a sociedade brasileira tem”, disse. Tema pode pesar nas eleições Para Boulos, a aprovação da proposta antes do período eleitoral permitiria que os eleitores avaliassem a posição dos candidatos sobre o fim da escala 6x1. O ministro defendeu que os eleitores possam considerar, nas urnas, como candidatos ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Presidência da República se posicionaram sobre a redução da jornada de trabalho. “No momento do voto, os eleitores possam avaliar se a posição dos seus candidatos ao Senado, assim como dos seus candidatos a deputado, como do seu candidato a presidente da República, está em consonância com a maioria da sociedade, com o desejo dos trabalhadores brasileiros, ou não.” CCJ do Senado aprova PEC do fim da escala 6x1 A CCJ do Senado aprovou nesta quarta-feira (2), em votação simbólica, a PEC 221/2019, que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente do colegiado, contabilizou apenas quatro votos contrários dos 27 presentes na sessão. Com o aval da comissão, que também acolheu o calendário especial previsto para a regulamentação, a proposta segue agora para o plenário da Casa. São necessários os votos de 49 dos 81 senadores em dois turnos para aprovação. A expectativa é que a PEC seja pautada ainda para esta quarta (2) pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O calendário especial também precisa ser referendado no plenário. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/boulos-sociedade-tem-direito-ao-fim-da-6x1-antes-da-eleicao
Ex-dono do Master depôs ao gabinete do ministro, que restringiu acesso da PF ao inquérito e conduz investigação sobre mensagens no celular do ex-banqueiro