Após envio de acordo Mercosul-UE, Lula telefona para Ursula von der Leyen
Lula e presidente da Comissão Europeia falaram sobre temas da agenda internacional, incluindo a COP30 e a defesa do multilateralismo
G
Gabriela Vieira
Presidente Lula e presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen | PR / RicardoStuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) telefonou nesta sexta-feira (5) para a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Na ocasião, os líderes conversaram sobre as relações entre o Brasil e o bloco europeu. Além de impressões sobre temas da agenda global.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
A Comissão Europeia validou na quarta-feira (3) o acordo comercial com os países do Mercosul. Ainda há uma promessa de garantias "sólidas" para proteger o setor agrícola. A expectativa de Lula, portanto, é que o acordo possa ser assinado no final deste ano, durante a Cúpula do Mercosul no Brasil.
Em meio ao tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump aos produtos exportados brasileiros, os blocos acreditam que a parceria é ainda mais estratégica, diante "do momento de incerteza e desestruturação do comércio internacional".
Segundo o governo, o acordo criará um mercado de mais de 700 milhões de pessoas e corresponderá a 26% do PIB global. A conversa gerou em torno do compromisso com o multilateralismo e com "uma ordem internacional mais justa e pacífica".
O presidente Lula também reafirmou que a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), que acontecerá em novembro no Pará, será a COP da verdade. "Quando os líderes mundiais poderão refutar o negacionismo e apresentar compromissos concretos de transição para uma economia verde", acrescentou o governo.
Diante da proximidade da COP30 e em respeito ao compromisso do Brasil e da União Europeia com a implementação do Acordo de Paris, os líderes também reforçaram seu compromisso com metas ambiciosas de descarbonização da economia.
Após envio de acordo Mercosul-UE, Lula telefona para Ursula von der LeyenLula e presidente da Comissão Europeia falaram sobre temas da agenda internacional, incluindo a COP30 e a defesa do multilateralismo
Política2025-09-05T14:08:35.139ZO presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) telefonou nesta sexta-feira (5) para a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Na ocasião, os líderes conversaram sobre as relações entre o Brasil e o bloco europeu. Além de impressões sobre temas da agenda global. A Comissão Europeia validou na quarta-feira (3) o acordo comercial com os países do Mercosul. Ainda há uma promessa de garantias "sólidas" para proteger o setor agrícola. A expectativa de Lula, portanto, é que o acordo possa ser assinado no final deste ano, durante a Cúpula do Mercosul no Brasil. Em meio ao tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump aos produtos exportados brasileiros, os blocos acreditam que a parceria é ainda mais estratégica, diante "do momento de incerteza e desestruturação do comércio internacional". Segundo o governo, o acordo criará um mercado de mais de 700 milhões de pessoas e corresponderá a 26% do PIB global. A conversa gerou em torno do compromisso com o multilateralismo e com "uma ordem internacional mais justa e pacífica". COP30 O presidente Lula também reafirmou que a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), que acontecerá em novembro no Pará, será a COP da verdade. "Quando os líderes mundiais poderão refutar o negacionismo e apresentar compromissos concretos de transição para uma economia verde", acrescentou o governo. Diante da proximidade da COP30 e em respeito ao compromisso do Brasil e da União Europeia com a implementação do Acordo de Paris, os líderes também reforçaram seu compromisso com metas ambiciosas de descarbonização da economia. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/apos-envio-de-acordo-mercosul-ue-lula-telefona-ursula-von-der-leyen
Pesquisa diz que plataformas já superam a TV como principal fonte de informação política, mas cientistas políticos afirmam que seguidores não garantem votos