Andrei: PF trabalha "livre de qualquer viés político"
Diretor-geral afirma que "atuação técnica" da Polícia Federal "nos permite defender nossa instituição de qualquer ataque, não importa de onde venha"
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Anita Prado, Felipe Moraes
Andrei Passos Rodrigues, diretor-geral da PF | Divulgação/Marcelo Camargo/Agência Brasil
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, afirmou nesta sexta-feira (28) que a corporação trabalha "livre de qualquer viés político" e que "a atuação técnica e imparcial" da PF protege a instituição "de qualquer ataque, não importa de onde venha".
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Em evento de formatura de 683 novos policiais federais, na Academia Nacional de Polícia, Rodrigues apontou um "fortalecimento sem precedentes recentes" da PF e dos servidores no atual governo Lula (PT) e reiterou que a corporação atua "atua com autonomia, guiada pela constituição federal e pelas leis, pela responsabilidade institucional e compromisso com a justiça e a sociedade brasileira".
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"Tenho total tranquilidade em afirmar, sem rodeios, que nesta gestão trabalhamos com transparência e foco na missão institucional, sem proteger ou perseguir, com atuação vigorosa e intransigente no combate ao crime organizado", falou.
"Nunca se esqueçam que a atuação técnica, imparcial, livre de qualquer viés político, é o que nos permite defender nossa instituição de qualquer ataque, não importa de onde venha", acrescentou o diretor-geral, em cerimônia em Brasília ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, e do secretário-geral da Interpol, Valdecy Urquiza.
As falas de Rodrigues ocorrem em momento de estremecimento na relação da PF com o ministro André Mendonça, relator no Supremo Tribunal Federal (STF) de inquéritos sobre os casos das fraudes em benefícios do INSS, que abrangem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e do Banco Master, com vinculação financeira ao filme "Dark Horse", cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O presidente Lula (PT) classificou nessa quinta (27), em entrevista ao "Jornal Nacional", da Globo, as acusações contra Lulinha de "ilações tiradas de telefonemas" e sugeriu que a corporação "está vazando coisas" relacionadas às apurações sobre o filho por suspeita de tráfico de influência.
O mandatário ponderou que Fábio Luís precisa esclarecer os fatos e negou qualquer interferência do governo nas investigações.
No discurso durante formatura de novos agentes, Rodrigues fez agradecimentos à Presidência da República, sem citar Lula nominalmente, e aos ministérios da Casa Civil, da Fazenda, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, da Justiça e Segurança Pública e do Planejamento e Orçamento.
"Pesquisas recentes colocam a Polícia Federal como a instituição de maior credibilidade do Brasil, e isso não é pouca coisa. É o reconhecimento do trabalho dos nossos 15 mil servidores, e uma responsabilidade imensa de cada um de nós em manter essa situação", comemorou o diretor-geral, citando conquistas para a classe como "aumento da remuneração de todos os cargos" e "fase final de implementação do auxílio-saúde".
Os 683 novos integrantes da PF se dividem entre 195 delegados, 333 escrivães, 113 peritos criminais federais e 42 papiloscopistas.
Andrei: PF trabalha "livre de qualquer viés político"Diretor-geral afirma que "atuação técnica" da Polícia Federal "nos permite defender nossa instituição de qualquer ataque, não importa de onde venha"Política2026-08-28T16:11:06.963ZO diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, afirmou nesta sexta-feira (28) que a corporação trabalha "livre de qualquer viés político" e que "a atuação técnica e imparcial" da PF protege a instituição "de qualquer ataque, não importa de onde venha". 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Em evento de formatura de 683 novos policiais federais, na Academia Nacional de Polícia, Rodrigues apontou um "fortalecimento sem precedentes recentes" da PF e dos servidores no atual governo Lula (PT) e reiterou que a corporação atua "atua com autonomia, guiada pela constituição federal e pelas leis, pela responsabilidade institucional e compromisso com a justiça e a sociedade brasileira". "Tenho total tranquilidade em afirmar, sem rodeios, que nesta gestão trabalhamos com transparência e foco na missão institucional, sem proteger ou perseguir, com atuação vigorosa e intransigente no combate ao crime organizado", falou. "Nunca se esqueçam que a atuação técnica, imparcial, livre de qualquer viés político, é o que nos permite defender nossa instituição de qualquer ataque, não importa de onde venha", acrescentou o diretor-geral, em cerimônia em Brasília ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, e do secretário-geral da Interpol, Valdecy Urquiza. As falas de Rodrigues ocorrem em momento de estremecimento na relação da PF com o ministro André Mendonça, relator no Supremo Tribunal Federal (STF) de inquéritos sobre os casos das fraudes em benefícios do INSS, que abrangem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e do Banco Master, com vinculação financeira ao filme "Dark Horse", cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O presidente Lula (PT) classificou nessa quinta (27), em entrevista ao "Jornal Nacional", da Globo, as acusações contra Lulinha de "ilações tiradas de telefonemas" e sugeriu que a corporação "está vazando coisas" relacionadas às apurações sobre o filho por suspeita de tráfico de influência. O mandatário ponderou que Fábio Luís precisa esclarecer os fatos e negou qualquer interferência do governo nas investigações. A colunista Basília Rodrigues, do SBT News, apurou junto a ministros do governo que o entre os dois. Ainda não há confirmação de que diretor-geral e magistrado tenham conversado. No discurso durante formatura de novos agentes, Rodrigues fez agradecimentos à Presidência da República, sem citar Lula nominalmente, e aos ministérios da Casa Civil, da Fazenda, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, da Justiça e Segurança Pública e do Planejamento e Orçamento. "Pesquisas recentes colocam a Polícia Federal como a instituição de maior credibilidade do Brasil, e isso não é pouca coisa. É o reconhecimento do trabalho dos nossos 15 mil servidores, e uma responsabilidade imensa de cada um de nós em manter essa situação", comemorou o diretor-geral, citando conquistas para a classe como "aumento da remuneração de todos os cargos" e "fase final de implementação do auxílio-saúde". Os 683 novos integrantes da PF se dividem entre 195 delegados, 333 escrivães, 113 peritos criminais federais e 42 papiloscopistas.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/andrei-pf-trabalha-livre-de-qualquer-vies-politico
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