Cury entregará cartas a Lula e Flávio pedindo “pacificação”
Candidato à Presidência pelo Avante afirmou que textos serão apresentados ainda no primeiro turno
Jessica Cardoso
Augusto Cury durante sabatina promovida por O Globo, Valor e CBN | Reprodução/YouTube @cbnrede
O candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, afirmou nesta sexta-feira (28) que entregará, ainda no primeiro turno das eleições, cartas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL) em defesa da “pacificação” do país. Segundo Cury, os textos serão divulgados posteriormente.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Durante sabatina promovida por O Globo, ValorEconômico e CBN, o candidato afirmou que as cartas terão como objetivo defender o fim da polarização. Na ocasião, ele também criticou a transformação de “adversários de ideias em inimigos abatidos” na política brasileira.
“Nós temos que terminar essa guerra da polarização. [...] É uma carta de intenção para mostrar: vamos pacificar o país. A beleza da democracia está na divergência e não na construção de inimigos”, afirmou.
Avaliação dos adversários
Questionado sobre como avaliava os cinco adversários que enfrenta na disputa à Presidência da República, Cury, inicialmente, evitou fazer uma definição individual dos candidatos.
O presidenciável afirmou que não queria “entrar na seara” e passou a citar questões que considera problemáticas, como a vitaliciedade no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidencialismo — sistema que defende substituir pelo semipresidencialismo — e a reeleição, da qual é contrário.
Cury também afirmou que não considera os demais candidatos seus inimigos. Ao final, porém, fez uma avaliação individual dos concorrentes. Sobre Renan Santos, candidato pelo Missão, afirmou: “Renan Santos tem que fazer faculdade, se preocupar menos com bomba nuclear”.
Em relação a Ronaldo Caiado (PSD), Cury disse que o ex-governador de Goiás está inserido na polarização e "não consegue reunir profissionais dos mais diversos setores para fazer um governo de pacificação".
Cury também criticou Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais. Segundo ele, o candidato faz parte do espectro “mais radical à direita” e “quer privatizar tudo”.
Ao falar sobre Flávio Bolsonaro (PL), Cury mencionou um livro que está sendo filmado e comparou os gastos envolvidos no projeto ao do “Dark Horse”, filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Nós temos um livro que está sendo filmado agora e vamos gastar 10 vezes menos do que no Dark Horse. [Flávio] tem que se explicar”, afirmou.
Sobre Lula (PT), Cury questionou a permanência dele no poder ao comentar a trajetória política do presidente.
“O Lula ficou 12 anos, agora mais 4 anos. Para que essa necessidade neurótica de poder? O que sustenta esse homem?”, declarou.
Cury entregará cartas a Lula e Flávio pedindo “pacificação”Candidato à Presidência pelo Avante afirmou que textos serão apresentados ainda no primeiro turnoEleições2026-08-28T15:38:57.099ZO candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, afirmou nesta sexta-feira (28) que entregará, ainda no primeiro turno das eleições, cartas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL) em defesa da “pacificação” do país. Segundo Cury, os textos serão divulgados posteriormente. Durante sabatina promovida por O Globo, Valor Econômico e CBN, o candidato afirmou que as cartas terão como objetivo defender o fim da polarização. Na ocasião, ele também criticou a transformação de “adversários de ideias em inimigos abatidos” na política brasileira. “Nós temos que terminar essa guerra da polarização. [...] É uma carta de intenção para mostrar: vamos pacificar o país. A beleza da democracia está na divergência e não na construção de inimigos”, afirmou. Avaliação dos adversários Questionado sobre como avaliava os cinco adversários que enfrenta na disputa à Presidência da República, Cury, inicialmente, evitou fazer uma definição individual dos candidatos. O presidenciável afirmou que não queria “entrar na seara” e passou a citar questões que considera problemáticas, como a vitaliciedade no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidencialismo — sistema que defende substituir pelo semipresidencialismo — e a reeleição, da qual é contrário. Cury também afirmou que não considera os demais candidatos seus inimigos. Ao final, porém, fez uma avaliação individual dos concorrentes. Sobre Renan Santos, candidato pelo Missão, afirmou: “Renan Santos tem que fazer faculdade, se preocupar menos com bomba nuclear”. Em relação a Ronaldo Caiado (PSD), Cury disse que o ex-governador de Goiás está inserido na polarização e "não consegue reunir profissionais dos mais diversos setores para fazer um governo de pacificação". Cury também criticou Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais. Segundo ele, o candidato faz parte do espectro “mais radical à direita” e “quer privatizar tudo”. Ao falar sobre Flávio Bolsonaro (PL), Cury mencionou um livro que está sendo filmado e comparou os gastos envolvidos no projeto ao do “Dark Horse”, filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Nós temos um livro que está sendo filmado agora e vamos gastar 10 vezes menos do que no Dark Horse. [Flávio] tem que se explicar”, afirmou. Sobre Lula (PT), Cury questionou a permanência dele no poder ao comentar a trajetória política do presidente. “O Lula ficou 12 anos, agora mais 4 anos. Para que essa necessidade neurótica de poder? O que sustenta esse homem?”, declarou.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/eleicoes/cury-entregara-cartas-a-lula-e-flavio-pedindo-pacificacao