Aliado de Flávio defende debater capitalização da Petrobras
Coordenador da campanha do candidato do PL critica interferência de Lula na estatal e defende discussão sobre capitalização
André Barbeiro , Raquel Landim , Ranier Bragon
Flávio Bolsonaro e Adriano Pires | Reprodução
O economista Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) e coordenador da área de Energia do plano de governo de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou, em entrevista ao SBT News nesta terça-feira (25), que uma eventual capitalização da Petrobras pode, sim, ser discutida pela campanha bolsonarista, embora a medida não esteja prevista no programa do candidato.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! Clique aqui e siga o canal do SBT News.
“Não podemos nos furtar a ter essa discussão. (...) Eu não vejo nenhum problema, eu não vejo nenhum fantasma em discutir isso”, afirmou.
Ao tratar do tema, Pires lembrou que a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro já fez no passado, por exemplo, a capitalização da Eletrobras, outra estatal. "Não é uma discussão trivial, é uma discussão séria. A gente, o governo Bolsonaro, já fez a capitalização da Eletrobras e você pode ter uma discussão de fazer uma capitalização da Petrobras", emendou.
🔎 Capitalização é quando o governo reduz sua participação em uma empresa, geralmente vendendo ações, mas sem necessariamente deixar de ser o controlador. Já a privatização ocorre quando o controle da empresa passa do Estado para a iniciativa privada.
Segundo Pires, porém, a prioridade de um eventual governo Flávio seria recuperar a autonomia da Petrobras e impedir que a empresa fosse usada para atender interesses políticos. O economista criticou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que o governo interfere na estatal “a todo momento”.
“[Lula] usa a Petrobras para resolver problemas políticos do governo a todo momento”, disse. Para ele, a companhia deveria ter uma direção escolhida por critérios de mérito, experiência e respeito ao mercado.
Pires também criticou a política de preços dos combustíveis e afirmou que o governo Lula utiliza a Petrobras para evitar que os valores acompanhem integralmente as cotações internacionais.
Apesar das críticas, o economista reconheceu que houve interferência na Petrobras durante o governo Jair Bolsonaro, especialmente durante a crise provocada pela guerra entre Rússia e Ucrânia. Segundo ele, porém, a situação atual seria diferente por ocorrer “com guerra e sem guerra”.
Além da Petrobras, Pires defendeu mudanças na política de exploração de petróleo, com a aceleração do licenciamento ambiental da Margem Equatorial, e propôs medidas para reduzir o custo da energia elétrica no país.
Aliado de Flávio defende debater capitalização da PetrobrasCoordenador da campanha do candidato do PL critica interferência de Lula na estatal e defende discussão sobre capitalizaçãoPolítica2026-08-25T21:46:42.783ZO economista Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) e coordenador da área de Energia do plano de governo de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou, em entrevista ao SBT News nesta terça-feira (25), que uma eventual capitalização da Petrobras pode, sim, ser discutida pela campanha bolsonarista, embora a medida não esteja prevista no programa do candidato. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. “Não podemos nos furtar a ter essa discussão. (...) Eu não vejo nenhum problema, eu não vejo nenhum fantasma em discutir isso”, afirmou. Ao tratar do tema, Pires lembrou que a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro já fez no passado, por exemplo, a capitalização da Eletrobras, outra estatal. "Não é uma discussão trivial, é uma discussão séria. A gente, o governo Bolsonaro, já fez a capitalização da Eletrobras e você pode ter uma discussão de fazer uma capitalização da Petrobras", emendou. 🔎 Capitalização é quando o governo reduz sua participação em uma empresa, geralmente vendendo ações, mas sem necessariamente deixar de ser o controlador. Já a privatização ocorre quando o controle da empresa passa do Estado para a iniciativa privada. Segundo Pires, porém, a prioridade de um eventual governo Flávio seria recuperar a autonomia da Petrobras e impedir que a empresa fosse usada para atender interesses políticos. O economista criticou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que o governo interfere na estatal “a todo momento”. “[Lula] usa a Petrobras para resolver problemas políticos do governo a todo momento”, disse. Para ele, a companhia deveria ter uma direção escolhida por critérios de mérito, experiência e respeito ao mercado. Pires também criticou a política de preços dos combustíveis e afirmou que o governo Lula utiliza a Petrobras para evitar que os valores acompanhem integralmente as cotações internacionais. Apesar das críticas, o economista reconheceu que houve interferência na Petrobras durante o governo Jair Bolsonaro, especialmente durante a crise provocada pela guerra entre Rússia e Ucrânia. Segundo ele, porém, a situação atual seria diferente por ocorrer “com guerra e sem guerra”. Além da Petrobras, Pires defendeu mudanças na política de exploração de petróleo, com a aceleração do licenciamento ambiental da Margem Equatorial, e propôs medidas para reduzir o custo da energia elétrica no país.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/aliado-de-flavio-defende-debater-privatizacao-da-petrobras
Governo deve prorrogar subsídio de R$ 0,44 na gasolina
Segundo fontes ouvidas pela Reuters, benefício que venceria nesta semana, deve ser estendido até 9 de setembro, prazo máximo da MP que sustenta a concessão
Ministério pediu que influenciador seja avaliado por pesquisa nos EUA sobre a doença de Creutzfeldt-Jakob; participação ainda depende dos critérios do protocolo