26/05/2026, 22:22 • Atualizado em 26/05/2026, 22:31
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O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) comentou, nesta terça-feira (26), em entrevista ao SBT News, sobre o Projeto de Lei da Dosimetria, que prevê a redução de penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro. Aécio declarou ser contrário a uma anistia ampla, mas defendeu que houve desproporcionalidade nas punições aplicadas, especialmente em relação a réus com participação secundária.
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O deputado afirmou que a proposta, sugerida por ele ao relator Paulinho da Força (Solidariedade-SP), buscava recalcular penas que chegavam a 15 a 17 anos de prisão para envolvidos com atuação considerada lateral nos atos.
Para Aécio, conceder anistia a quem atenta contra o Estado Democrático de Direito seria inconstitucional, mas revisar a dosimetria das penas poderia representar um gesto de equilíbrio institucional.
"O que poderia ter feito o presidente da República? Um gesto de generosidade para com o país, de integração, de retomada do entendimento nacional? Simplesmente sancionar a lei. Mas não, ele sabia que o seu veto era um gesto político, porque, obviamente, o Congresso iria derrubá-lo, como acabou derrubando, mas ele se alimenta da radicalização", afirmou.
Apontado como possível pré-candidato à Presidência pelo PSDB, Aécio evitou confirmar uma eventual candidatura ao Planalto. Ele disse que não se considera candidato neste momento e que uma decisão dependerá do cenário político.
"Eu não sou candidato à presidência da República, eu não me coloquei para ninguém como candidato à presidência da República. Eu sou um brasileiro que está angustiado, porque eu olho esses dois cenários hoje mais prováveis, e é muito provável realmente, vamos ser sinceros, que nós chegamos lá na frente com essa polarização, e acho que vão ser dois desastres anunciados, dois caminhos terríveis para o Brasil", afirmou.
Aécio afirmou que pretende atuar na articulação de um campo político de centro, reunindo lideranças que, segundo ele, já contribuíram com o país em décadas anteriores.
Aécio diz ser contra a anistia ampla aos envolvidos no 8/1Ao SBT News, deputado afirmou que revisar a dosimetria das penas seria um gesto de equilíbrio institucional
Política2026-05-26T22:22:07.861ZO deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) comentou, nesta terça-feira (26), em entrevista ao SBT News, sobre o , que prevê a redução de penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro. Aécio declarou ser contrário a uma anistia ampla, mas defendeu que houve desproporcionalidade nas punições aplicadas, especialmente em relação a réus com participação secundária. O deputado afirmou que a proposta, sugerida por ele ao relator Paulinho da Força (Solidariedade-SP), buscava recalcular penas que chegavam a 15 a 17 anos de prisão para envolvidos com atuação considerada lateral nos atos. Para Aécio, conceder anistia a quem atenta contra o Estado Democrático de Direito seria inconstitucional, mas revisar a dosimetria das penas poderia representar um gesto de equilíbrio institucional. "O que poderia ter feito o presidente da República? Um gesto de generosidade para com o país, de integração, de retomada do entendimento nacional? Simplesmente sancionar a lei. Mas não, ele sabia que o seu veto era um gesto político, porque, obviamente, o Congresso iria derrubá-lo, como acabou derrubando, mas ele se alimenta da radicalização", afirmou. Candidatura à Presidência Apontado como possível pré-candidato à Presidência pelo PSDB, Aécio evitou confirmar uma eventual candidatura ao Planalto. Ele disse que não se considera candidato neste momento e que uma decisão dependerá do cenário político. "Eu não sou candidato à presidência da República, eu não me coloquei para ninguém como candidato à presidência da República. Eu sou um brasileiro que está angustiado, porque eu olho esses dois cenários hoje mais prováveis, e é muito provável realmente, vamos ser sinceros, que nós chegamos lá na frente com essa polarização, e acho que vão ser dois desastres anunciados, dois caminhos terríveis para o Brasil", afirmou. Aécio afirmou que pretende atuar na articulação de um campo político de centro, reunindo lideranças que, segundo ele, já contribuíram com o país em décadas anteriores.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/aecio-diz-ser-contra-a-anistia-ampla-aos-envolvidos-no-8-de-janeiro
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