O advogado de Daniel Vorcaro, Sérgio Leonardo, afirmou nesta quarta-feira (30) que o ex-banqueiro conhecia apenas Luiz Phillipi Mourão, apelidado de Sicário, entre os investigados ligados à chamada “A Turma”. Segundo a defesa, a relação entre os dois era comercial. Em entrevista ao programa Poder Expresso, o advogado falou sobre o teor do depoimento prestado por Vorcaro à Polícia Federal.
🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique aqui
“Daniel esclareceu que, além do Phillipi, ele não conhecia os outros investigados. Ele esclareceu que o conheceu ainda na adolescência em Belo Horizonte, depois passou a ter um contato já mais tarde e o contratou para prestar serviços de segurança digital, de monitoramento e de inteligência digital. E com ele, ele tinha este relacionamento profissional, através de contrato formal, com nota fiscal emitida e pagamento pelos serviços prestados. Esclareceu, inclusive, a mística sobre este apelido Sicário. Na verdade, esse não era o apelido de Luiz Phillipi Mourão, o apelido dele era Mexerica, e o Fabiano Zettel impôs a ele essa alcunha de Sicário de forma jocosa, num bullying”, afirmou a defesa.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
A oitiva de Vorcaro ocorreu no âmbito da investigação da PF que apura a suposta atuação de grupos clandestinos batizados de “A Turma” e “Os Meninos”. Perante as autoridades, o ex-dono do Banco Master negou ter praticado, ordenado ou participado de atos de violência, intimidação, perseguição ou ameaça.
📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! Clique aqui e siga o canal do SBT News.
Em nota divulgada logo após o depoimento, a equipe jurídica do empresário afirmou que, após oito meses de investigação, não há vítima identificada em relação aos fatos que motivaram a abertura do caso. A defesa também rejeitou a tese de que “A Turma” e “Os Meninos” fossem grupos estruturados para a prática de crimes. Segundo os advogados, os termos não representam organizações reais e não há elementos nos autos que indiquem conduta ilícita de Vorcaro.
As afirmações da defesa, contudo, divergem dos elementos descritos nos relatórios da investigação. Segundo a PF, Luiz Phillipi Mourão chefiava “A Turma”, apontada como um núcleo operacional a serviço do empresário, responsável por vigiar alvos, obter dados sigilosos e derrubar conteúdos críticos na internet.
De acordo com mensagens extraídas do telefone de Vorcaro, segundo a investigação, o empresário recorria a Mourão para tentar retirar conteúdos jornalísticos do ar.
Um dos episódios investigados, revelado pelo SBT News, envolve uma ordem para derrubar o site da revista Piauí, em outubro de 2024, após a publicação da reportagem “Alta Tensão”, da jornalista Consuelo Dieguez, sobre a multiplicação do patrimônio do banco.
Em outro diálogo interceptado, ainda segundo a investigação, o ex-banqueiro teria sugerido uma agressão física contra o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Na conversa, Vorcaro teria afirmado que era para “quebrar todos os dentes” do jornalista durante um assalto simulado.
'A Turma': Defesa de Vorcaro diz que ele só conhecia SicárioAdvogado afirma que relação com Luiz Phillipi Mourão era comercial e que em depoimento ex-banqueiro negou envolvimento com atos de violênciaPolítica2026-09-30T21:47:32.711ZO advogado de Daniel Vorcaro, Sérgio Leonardo, afirmou nesta quarta-feira (30) que o ex-banqueiro conhecia apenas Luiz Phillipi Mourão, apelidado de Sicário, entre os investigados ligados à chamada “A Turma”. Segundo a defesa, a relação entre os dois era comercial. Em entrevista ao programa Poder Expresso, o advogado falou sobre o teor do depoimento prestado por Vorcaro à Polícia Federal. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! “Daniel esclareceu que, além do Phillipi, ele não conhecia os outros investigados. Ele esclareceu que o conheceu ainda na adolescência em Belo Horizonte, depois passou a ter um contato já mais tarde e o contratou para prestar serviços de segurança digital, de monitoramento e de inteligência digital. E com ele, ele tinha este relacionamento profissional, através de contrato formal, com nota fiscal emitida e pagamento pelos serviços prestados. Esclareceu, inclusive, a mística sobre este apelido Sicário. Na verdade, esse não era o apelido de Luiz Phillipi Mourão, o apelido dele era Mexerica, e o Fabiano Zettel impôs a ele essa alcunha de Sicário de forma jocosa, num bullying”, afirmou a defesa. A oitiva de Vorcaro ocorreu no âmbito da investigação da PF que apura a suposta atuação de grupos clandestinos batizados de “A Turma” e “Os Meninos”. Perante as autoridades, o ex-dono do Banco Master negou ter praticado, ordenado ou participado de atos de violência, intimidação, perseguição ou ameaça. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Em nota divulgada logo após o depoimento, a equipe jurídica do empresário afirmou que, após oito meses de investigação, A defesa também rejeitou a tese de que “A Turma” e “Os Meninos” fossem grupos estruturados para a prática de crimes. Segundo os advogados, os termos não representam organizações reais e não há elementos nos autos que indiquem conduta ilícita de Vorcaro. As afirmações da defesa, contudo, divergem dos elementos descritos nos relatórios da investigação. Segundo a PF, Luiz Phillipi Mourão chefiava “A Turma”, apontada como um núcleo operacional a serviço do empresário, responsável por vigiar alvos, obter dados sigilosos e derrubar conteúdos críticos na internet. De acordo com mensagens extraídas do telefone de Vorcaro, segundo a investigação, o empresário recorria a Mourão para tentar retirar conteúdos jornalísticos do ar. Um dos episódios investigados, revelado pelo SBT News, envolve uma em outubro de 2024, após a publicação da reportagem “Alta Tensão”, da jornalista Consuelo Dieguez, sobre a multiplicação do patrimônio do banco. Em outro diálogo interceptado, ainda segundo a investigação, o ex-banqueiro teria sugerido uma agressão física contra o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Na conversa, Vorcaro teria afirmado que era para “quebrar todos os dentes” do jornalista durante um assalto simulado. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/a-turma-defesa-de-vorcaro-diz-que-ele-so-conhecia-sicario
Petista acusa ministro Kassio Nunes Marques, que mandou retirar do ar canal de WhatsApp com mais de 3,3 milhões de seguidores, de beneficiar Flávio Bolsonaro
Candidato do PL afirma que adversários mentem sobre o Bolsa Família e o salário mínimo e cobra mais agilidade da Justiça Eleitoral no combate à desinformação
Em ato na Paulista, presidente disse estar “desconfiado” depois de ministro Kássio Nunes Marques derrubar canal de WhatsApp com 3,3 milhões de seguidores