Das 29 pastas, pelo menos 15 devem ter novos ministros até o dia sete de abril, quando termina o prazo para que os políticos deixem os cargos para disputar as eleições deste ano. Entre os ministérios que mais despertam a cobiça estão o da Saúde, comandado por Ricardo Barros, e o da Educação, hoje sob o comando de Mendonça Filho. Os dois já avisaram que vão deixar as pastas, que possuem orçamentos grandes e muita influência em estados e municípios.