SP: Morto em explosão no Tatuapé passa a ser principal suspeito da investigação
Polícia apura se imóvel funcionava como ponte de venda ou armazém ilegal de fogos de artifício
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SBT Notícias
14/11/2025, 09:14 • Atualizado em 14/11/2025, 09:14
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A Polícia Militar identificou como Adir de Oliveira Mariano o homem morto naexplosão em um imóvel que armazenava fogos de artifício no Tatuapé, zona leste de São Paulo, na quinta-feira (13). Ele vivia na residência há cerca de dois meses com a esposa e é apontado como o principal investigado pelo incidente.
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O imóvel onde ocorreu a explosão pertence a Neusa Sallas. A proprietária teria alugado a casa para Alessandro de Oliveira Mariano, irmão da vítima. Sandro, como é conhecido, foi levado à delegacia para prestar depoimento e explicar o motivo de Adir armazenar material explosivo ilegalmente.
Segundo os agentes, nenhum documento foi apresentado para comprovar a autorização para funcionamento de qualquer tipo de estabelecimento no endereço relacionado a fogos de artifício. Como o imóvel foi completamente destruído, a perícia trabalha para determinar se o local funcionava como ponto de venda ou apenas como armazém.
“Policiais civis estiveram no local e apuraram informações preliminares com o Coronel Valdir do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de que no local há vestígios de explosivos diversos que estariam em tese sendo preparados para uma cangalha de balão”, disse a polícia.
A explosão ocorreu na noite de quinta-feira (13), por volta das 19h08. Além da morte de Adir, o incidente deixou 10 feridos, além de danificar ao menos nove veículos. Vidraças de casas e prédios vizinhos também foram destruídos, conforme relatado pelo Corpo de Bombeiros.
SP: Morto em explosão no Tatuapé passa a ser principal suspeito da investigaçãoPolícia apura se imóvel funcionava como ponte de venda ou armazém ilegal de fogos de artifícioCidades2025-11-14T09:14:00.000ZA Polícia Militar identificou como Adir de Oliveira Mariano o homem morto na , zona leste de São Paulo, na quinta-feira (13). Ele vivia na residência há cerca de dois meses com a esposa e é apontado como o principal investigado pelo incidente. O imóvel onde ocorreu a explosão pertence a Neusa Sallas. A proprietária teria alugado a casa para Alessandro de Oliveira Mariano, irmão da vítima. Sandro, como é conhecido, foi levado à delegacia para prestar depoimento e explicar o motivo de Adir armazenar material explosivo ilegalmente. Segundo os agentes, nenhum documento foi apresentado para comprovar a autorização para funcionamento de qualquer tipo de estabelecimento no endereço relacionado a fogos de artifício. Como o imóvel foi completamente destruído, a perícia trabalha para determinar se o local funcionava como ponto de venda ou apenas como armazém. “Policiais civis estiveram no local e apuraram informações preliminares com o Coronel Valdir do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de que no local há vestígios de explosivos diversos que estariam em tese sendo preparados para uma cangalha de balão”, disse a polícia. A explosão ocorreu na noite de quinta-feira (13), por volta das 19h08. Além da morte de Adir, o incidente deixou 10 feridos, além de danificar ao menos nove veículos. Vidraças de casas e prédios vizinhos também foram destruídos, conforme relatado pelo Corpo de Bombeiros. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/sp-morto-em-explosao-no-tatuape-passa-a-ser-principal-suspeito-da-investigacao
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