Quadrilhas usam celulares roubados no Brasil para alimentar rede de receptação internacional
Aparelhos furtados nas grandes cidades são enviados ao exterior para desmonte, reciclagem de metais raros e comércio ilegal
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SBT Brasil
Cenas de roubos e furtos de celulares têm se tornado cada vez mais comuns, especialmente nas grandes cidades brasileiras. Por trás desses crimes, quadrilhas internacionais especializadas utilizam o Brasil como um ponto de origem para uma rota que leva aparelhos para o outro lado do mundo.
É possível que um celular roubado, por exemplo, em São Paulo, seja comercializado na China. O país asiático se estabeleceu como um grande centro de recepção desses dispositivos.
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Uma das razões disso é a reciclagem de metais raros contidos nos dispositivos. Os chineses controlam boa parte da cadeia produtiva de smartphones, facilitando a destinação desses materiais.
"Quando você está falando de um aparelho que não é novo, que não tem muito valor de mercado, ele já pode ser imediatamente desligado e desmontado e enviado basicamente como sucata", explica Rafael Franco, especialista em tecnologia mobile.
Quadrilhas usam celulares roubados no Brasil para alimentar rede de receptação internacional Aparelhos furtados nas grandes cidades são enviados ao exterior para desmonte, reciclagem de metais raros e comércio ilegal
Cidades2025-12-06T22:13:19.273ZCenas de roubos e furtos de celulares têm se tornado cada vez mais comuns, especialmente nas grandes cidades brasileiras. Por trás desses crimes, quadrilhas internacionais especializadas utilizam o Brasil como um ponto de origem para uma rota que leva aparelhos para o outro lado do mundo. É possível que um celular roubado, por exemplo, em São Paulo, seja comercializado na China. O país asiático se estabeleceu como um grande centro de recepção desses dispositivos. Uma das razões disso é a reciclagem de metais raros contidos nos dispositivos. Os chineses controlam boa parte da cadeia produtiva de smartphones, facilitando a destinação desses materiais. "Quando você está falando de um aparelho que não é novo, que não tem muito valor de mercado, ele já pode ser imediatamente desligado e desmontado e enviado basicamente como sucata", explica Rafael Franco, especialista em tecnologia mobile. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/quadrilhas-usam-celulares-roubados-no-brasil-para-alimentar-rede-de-receptacao-internacional