PF mira nomes ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias
Presidente do MDB no Rio de Janeiro, Washington Reis é investigado no âmbito da operação, mas a Justiça não autorizou buscas em seu endereço residencial
F
Anita Prado, Felipe Moraes
30/06/2026, 11:05 • Atualizado em 30/06/2026, 11:26
compartilhar
Presidente do MDB-RJ e ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis | Reprodução/Instagram
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (30), no Rio de Janeiro, a segunda fase da operação Anáfora, que investiga a suspeita de lavagem de dinheiro a partir do desvio de recursos públicos, sobretudo destinados à saúde. A PF mira nomes ligados ao presidente do MDB no RJ e ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Inicialmente, Reis também seria alvo de mandado de buscas em sua residência, mas, por decisão da Justiça, esse pedido acabou sendo indeferido, de acordo com fontes da PF. Ainda assim, ele figura entre os principais envolvidos.
Agentes cumprem 14 mandados de busca e apreensão, sendo dez expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e quatro pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2).
Presidente do MDB-RJ e ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis | Reprodução/Instagram
Também ex-deputado federal e ex-secretário de Transporte na gestão do ex-governador Cláudio Castro (PL), Reis mantém foro privilegiado mesmo após término do mandato, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Mandado de buscas contra ele foi negado pela Justiça.
Procurado pelo SBT News, o ex-prefeito de Duque de Caxias disse que soube da operação pela imprensa e afirmou desconhecer as acusações. A advogada Jane Reis, irmã dele, é candidata a vice-governadora na chapa de Eduardo Paes (PSD) ao governo do RJ nas eleições deste ano.
Ordens judiciais são cumpridas em endereços nos municípios de Duque de Caxias, Niterói e na capital. A PF aprofundou a apuração após a primeira fase da força-tarefa, realizada em 2022.
A investigação aponta que suspeitos possuem bens em nome de terceiros, "realizam despesas incompatíveis com sua condição financeira e participam de negociações vinculadas a imóveis".
Alvos podem responder pelos crimes de organização criminosa, fraude a licitação e lavagem de dinheiro, além de outros ilícitos que podem surgir no decorrer das apurações.
*Texto em atualização
PF mira nomes ligados a ex-prefeito de Duque de CaxiasPresidente do MDB no Rio de Janeiro, Washington Reis é investigado no âmbito da operação, mas a Justiça não autorizou buscas em seu endereço residencialCidades2026-06-30T11:05:29.656ZA Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (30), no Rio de Janeiro, a segunda fase da operação Anáfora, que investiga a suspeita de lavagem de dinheiro a partir do desvio de recursos públicos, sobretudo destinados à saúde. A PF mira nomes ligados ao presidente do MDB no RJ e ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis. Inicialmente, Reis também seria alvo de mandado de buscas em sua residência, mas, por decisão da Justiça, esse pedido acabou sendo indeferido, de acordo com fontes da PF. Ainda assim, ele figura entre os principais envolvidos. Agentes cumprem 14 mandados de busca e apreensão, sendo dez expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e quatro pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). Também ex-deputado federal e ex-secretário de Transporte na gestão do ex-governador Cláudio Castro (PL), Reis mantém foro privilegiado mesmo após término do mandato, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Mandado de buscas contra ele foi negado pela Justiça. Procurado pelo SBT News, o ex-prefeito de Duque de Caxias disse que soube da operação pela imprensa e afirmou desconhecer as acusações. A advogada Jane Reis, irmã dele, é candidata a vice-governadora na chapa de Eduardo Paes (PSD) ao governo do RJ nas eleições deste ano. Ordens judiciais são cumpridas em endereços nos municípios de Duque de Caxias, Niterói e na capital. A PF aprofundou a apuração após a primeira fase da força-tarefa, realizada em 2022. A investigação aponta que suspeitos possuem bens em nome de terceiros, "realizam despesas incompatíveis com sua condição financeira e participam de negociações vinculadas a imóveis". Alvos podem responder pelos crimes de organização criminosa, fraude a licitação e lavagem de dinheiro, além de outros ilícitos que podem surgir no decorrer das apurações. *Texto em atualizaçãoSão PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/pf-mira-nomes-ligados-a-ex-prefeito-de-duque-de-caxias
Homem que jogou ex de penhasco será indiciado por 6 crimes
Silvanildo Amâncio de Araújo, de 52 anos, responderá por tentativa de feminicídio, tortura, estupro, sequestro, descumprimento de medida protetiva e roubo