Operação da PF mira esquema milionário no seguro-defeso no Amapá
Associação de pescadores seria usada como fachada para desviar recursos do benefício pago durante o período de proibição da pesca
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SBT Brasil
Foto: Reprodução
A Polícia Federal realizou nesta sexta-feira (29) uma operação para investigar fraudes milionárias no seguro-defeso em Santana, no Amapá. Sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos durante a ação.
O benefício é um pagamento feito a pescadores artesanais durante a piracema, período em que a pesca é proibida para proteger os peixes enquanto eles se reproduzem.
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Segundo a PF, os suspeitos usavam uma associação de pescadores como fachada para receber o benefício indevidamente. Parte do dinheiro era desviada para integrantes do grupo e lavada por meio de comércios ligados aos investigados.
As irregularidades foram descobertas após inconsistências nos registros do INSS. A investigação revelou que, entre 2022 e 2023, um dos alvos movimentou quase R$ 3 milhões, mais da metade em dinheiro vivo, e outro, sem emprego formal, movimentou R$ 1,7 milhão.
Se confirmadas, as suspeitas podem gerar acusações de estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro, com penas que podem ultrapassar 24 anos de prisão.
Operação da PF mira esquema milionário no seguro-defeso no AmapáAssociação de pescadores seria usada como fachada para desviar recursos do benefício pago durante o período de proibição da pescaCidades2025-08-29T21:47:30.274ZA Polícia Federal realizou nesta sexta-feira (29) uma operação para investigar fraudes milionárias no seguro-defeso em Santana, no Amapá. Sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos durante a ação. O benefício é um pagamento feito a pescadores artesanais durante a piracema, período em que a pesca é proibida para proteger os peixes enquanto eles se reproduzem. Segundo a PF, os suspeitos usavam uma associação de pescadores como fachada para receber o benefício indevidamente. Parte do dinheiro era desviada para integrantes do grupo e lavada por meio de comércios ligados aos investigados. As irregularidades foram descobertas após inconsistências nos registros do INSS. A investigação revelou que, entre 2022 e 2023, um dos alvos movimentou quase R$ 3 milhões, mais da metade em dinheiro vivo, e outro, sem emprego formal, movimentou R$ 1,7 milhão. Se confirmadas, as suspeitas podem gerar acusações de estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro, com penas que podem ultrapassar 24 anos de prisão.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/operacao-da-pf-mira-esquema-milionario-no-seguro-defeso-no-amapa
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