Leandro e Leonardo: irmãos são condenados a 26 anos por mortes por aluguel no Rio
Eles vão responder pelo assassinato de Marcelo Diotti, morto no mesmo dia que a vereadora Marielle Franco
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Iris Tavares
Leandro e Leonardo Gouvêa vão responder pelo assassinato de Marcelo Diotti | Divulgação/TJRJ
Os irmãos Leandro Gouvêa da Silva e Leonardo Gouvêa da Silva, conhecidos como 'Tonhão' e 'Mad', integrantes da quadrilha especializada em assassinatos por aluguel conhecida como Escritório do Crime, foram condenados pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) a 26 anos e oito meses de prisão pelo assassinato de Marcelo Diotti.
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O crime aconteceu no mesmo dia em que a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson foram mortos — 14 de março de 2018. No entanto, a dupla só foi denunciada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) dois anos depois, em maio de 2020.
Segundo as investigações, Marcelo Diotti era “desafeto” de Adriano da Nóbrega, miliciano carioca apontado como líder do Escritório do Crime. Capitão Adriano, como era conhecido, foi morto em 2020, na Bahia.
Ainda de acordo com as investigações, ‘Mad’ e ‘Tonhão’ monitoraram a rotina de Marcelo e de sua companheira até o momento da execução.
Os jurados entenderam que o crime foi praticado por dois motivos torpes: cometido em decorrência de vingança de Adriano em relação à vítima, e pela demonstração de força e poder de grupo rival a Marcelo Diotti, ligado à contravenção.
Além disso, foram apresentadas provas no julgamento de que o crime foi cometido também por promessa de recompensa e que ocorreu por meio de emboscada.
Leandro e Leonardo: irmãos são condenados a 26 anos por mortes por aluguel no RioEles vão responder pelo assassinato de Marcelo Diotti, morto no mesmo dia que a vereadora Marielle FrancoCidades2024-05-29T14:27:08.367ZOs irmãos Leandro Gouvêa da Silva e Leonardo Gouvêa da Silva, conhecidos como 'Tonhão' e 'Mad', integrantes da quadrilha especializada em assassinatos por aluguel conhecida como Escritório do Crime, foram condenados pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) a 26 anos e oito meses de prisão pelo assassinato de Marcelo Diotti. O crime aconteceu no mesmo dia em que a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson foram mortos — 14 de março de 2018. No entanto, a dupla só foi denunciada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) dois anos depois, em maio de 2020. Segundo as investigações, Marcelo Diotti era “desafeto” de Adriano da Nóbrega, miliciano carioca apontado como líder do Escritório do Crime. Capitão Adriano, como era conhecido, foi morto em 2020, na Bahia. Ainda de acordo com as investigações, ‘Mad’ e ‘Tonhão’ monitoraram a rotina de Marcelo e de sua companheira até o momento da execução. Os jurados entenderam que o crime foi praticado por dois motivos torpes: cometido em decorrência de vingança de Adriano em relação à vítima, e pela demonstração de força e poder de grupo rival a Marcelo Diotti, ligado à contravenção. Além disso, foram apresentadas provas no julgamento de que o crime foi cometido também por promessa de recompensa e que ocorreu por meio de emboscada. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/leandro-e-leonardo-irmaos-faziam-parte-de-quadrilha-especializada-em-mortes-por-aluguel-no-rio
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