Esquema de cigarros falsos que movimentou R$ 1,5 bilhão com mão de obra escrava é alvo da PF
Criminosos exploravam trabalhadores paraguaios em situação análoga à escravidão; ação contou com Receita e Ministério do Trabalho para cumprir 43 mandados
D
Derick Toda
Polícia Federal e Receita Federal em ações conjuntas | Divulgação/PF
A Polícia Federal (PF) realizou duas operações em conjunto, na manhã desta quarta-feira (9), contra um mesmo grupo envolvido em um esquema de falsificação de cigarros que explorou paraguaios em situação análoga à escravidão e movimentou quase R$ 1,5 bilhão.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão, 41 de busca e apreensão e sequestro de bens no Distrito Federal, em Goiás, Minas Gerais e Pernambuco. As forças-tarefas foram batizadas de Sinal de Fumaça e Nicotina Falsa.
Como esquema funcionava
De acordo com o inquérito policial, os investigados iniciaram a venda de cigarros legalmente, mas começaram a querer lucros maiores e passaram a comercializá-los clandestinamente,em Minas Gerais.
A investigação policial partiu de denúncias que apontaram a venda do fumo falso ou contrabandeados em Valparaíso de Goiás, cidade localizada próxima ao Distrito Federal, e na cidade mineira de Uberaba.
Os criminosos exploravam a mão de obra de trabalhadores do Paraguai que seriam vítimas em condições similares à escravidão para produzirem os cigarros falsos, que foram levados para perícia e analisados pelos verdadeiros fabricantes.
Para conseguir deslocar a carga pelas rodovias e ocultar a quantia bilionária movimentada, a organização criminosa falsificava documentos e notas fiscais.
Com as operações, que contaram com apoio da Receita Federal e do Ministério do Trabalho e Emprego, os presos devem responder por crimes de lavagem de dinheiro, trabalho escravo, além da falsificação de cigarros, de documentos tributários e comércio impróprio para consumo.
Esquema de cigarros falsos que movimentou R$ 1,5 bilhão com mão de obra escrava é alvo da PFCriminosos exploravam trabalhadores paraguaios em situação análoga à escravidão; ação contou com Receita e Ministério do Trabalho para cumprir 43 mandadosCidades2024-10-09T12:26:24.013ZA Polícia Federal (PF) realizou duas operações em conjunto, na manhã desta quarta-feira (9), contra um mesmo grupo envolvido em um esquema de falsificação de cigarros que explorou paraguaios em situação análoga à escravidão e movimentou quase R$ 1,5 bilhão. Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão, 41 de busca e apreensão e sequestro de bens no Distrito Federal, em Goiás, Minas Gerais e Pernambuco. As forças-tarefas foram batizadas de Sinal de Fumaça e Nicotina Falsa. Como esquema funcionava De acordo com o inquérito policial, os investigados iniciaram a venda de cigarros legalmente, mas começaram a querer lucros maiores e passaram a comercializá-los clandestinamente, em Minas Gerais. A investigação policial partiu de denúncias que apontaram a venda do fumo falso ou contrabandeados em Valparaíso de Goiás, cidade localizada próxima ao Distrito Federal, e na cidade mineira de Uberaba. Os criminosos exploravam a mão de obra de trabalhadores do Paraguai que seriam vítimas em condições similares à escravidão para produzirem os cigarros falsos, que foram levados para perícia e analisados pelos verdadeiros fabricantes. Para conseguir deslocar a carga pelas rodovias e ocultar a quantia bilionária movimentada, a organização criminosa falsificava documentos e notas fiscais. Com as operações, que contaram com apoio da Receita Federal e do Ministério do Trabalho e Emprego, os presos devem responder por crimes de lavagem de dinheiro, trabalho escravo, além da falsificação de cigarros, de documentos tributários e comércio impróprio para consumo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/esquema-de-cigarros-falsos-que-movimentou-r-1-5-bilhao-com-mao-de-obra-escrava-e-alvo-da-pf
Sistema Filia teve processamento interrompido após candidato aparecer filiado indevidamente ao Missão; tentativa envolvendo Lula também foi identificada