Daniel Vorcaro deixa cela da PF e é transferido para presídio em Guarulhos
Presidente do Banco Master está preso desde a Operação Compliance Zero, que apura fraude bilionária no sistema financeiro
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SBT News
24/11/2025, 22:44 • Atualizado em 25/11/2025, 01:52
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O presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi transferido nesta segunda-feira (24) da sede da Polícia Federal (PF) em São Paulo para o Centro de Detenção Provisória II de Guarulhos.
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A ação da PF mira um esquema de fraude envolvendo a suposta emissão irregular de títulos de crédito dentro do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Segundo a investigação, o prejuízo estimado chega a R$ 12,2 bilhões.
Além de Vorcaro, outros cinco executivos ligados ao Banco Master também foram detidos na mesma semana.
Na quinta-feira (20), a Justiça Federal rejeitou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Vorcaro. Os advogados afirmaram que a prisão não seria mais necessária, já que o Banco Master foi liquidado pelo Banco Central.
O argumento não foi aceito, e a prisão preventiva permaneceu válida.
Defesa nega fraude
No domingo (23), os advogados do executivo negaram a existência da suposta fraude bilionária ligada à venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília (BRB).
Em nota, a defesa afirmou que as investigações se baseiam em um “fato inexistente”, e que as carteiras questionadas pela PF já teriam sido substituídas ou recompradas, não gerando prejuízo ao sistema financeiro.
Relembre o caso
O presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal (PF) na noite de segunda-feira (17), no aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, quando tentava embarcar em um vôo para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
A prisão é resultado da operação Compliance Zero, que tem como objetivo o combate de emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional (SFN). Esses títulos teriam sido vendidos a outro banco e, após fiscalização do Banco Central (BC), substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada.
A Polícia Federal(PF) apreendeu, por meio da operação,mais de R$ 230 milhões em bens de suspeitos de fraudes no Banco Master, incluindo veículos, dinheiro em espécie, relógios, joias, obras de arte e uma aeronave.
Até o momento, seis pessoas foram presas, sendo quatro preventivamente e duas temporárias. Entre elas, Daniel Vorcaro.
A Polícia Federal informou que as investigações começaram em 2024, após uma requisição do Ministério Público Federal (MPF) para apurar a possível criação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira.
Esses títulos teriam sido vendidos a outro banco e, posteriormente, substituídos por novos ativos sem a devida avaliação técnica, após fiscalização do Banco Central (BC).
O Banco Master emitia CDBs e prometia pagar até 40% acima da taxa básica do mercado. No entanto, esse retorno não existia. Segundo a PF, o esquema pode ter movimentado R$ 12 bilhões.
Daniel Vorcaro deixa cela da PF e é transferido para presídio em GuarulhosPresidente do Banco Master está preso desde a Operação Compliance Zero, que apura fraude bilionária no sistema financeiroCidades2025-11-24T22:44:55.260ZO presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi transferido nesta segunda-feira (24) da sede da Polícia Federal (PF) em São Paulo para o Centro de Detenção Provisória II de Guarulhos. Ele está , alvo da Operação Compliance Zero, que investiga a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras. + A ação da PF mira um esquema de fraude envolvendo a suposta emissão irregular de títulos de crédito dentro do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Segundo a investigação, o prejuízo estimado chega a R$ 12,2 bilhões. Além de Vorcaro, outros cinco executivos ligados ao Banco Master também foram detidos na mesma semana. Na quinta-feira (20), a apresentado pela defesa de Vorcaro. Os advogados afirmaram que a prisão não seria mais necessária, já que o Banco Master foi liquidado pelo Banco Central. O argumento não foi aceito, e a prisão preventiva permaneceu válida. Defesa nega fraude No domingo (23), os advogados do executivo negaram a existência da suposta fraude bilionária ligada à venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília (BRB). Em nota, a defesa afirmou que as investigações se baseiam em um “fato inexistente”, e que as carteiras questionadas pela PF já teriam sido substituídas ou recompradas, não gerando prejuízo ao sistema financeiro. Relembre o caso O presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal (PF) na noite de segunda-feira (17), no aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, quando tentava embarcar em um vôo para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A prisão é resultado da operação Compliance Zero, que tem como objetivo o combate de emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional (SFN). Esses títulos teriam sido vendidos a outro banco e, após fiscalização do Banco Central (BC), substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada. A Polícia Federal (PF) apreendeu, por meio da operação, mais de R$ 230 milhões em bens de suspeitos de fraudes no Banco Master, incluindo veículos, dinheiro em espécie, relógios, joias, obras de arte e uma aeronave. Até o momento, seis pessoas foram presas, sendo quatro preventivamente e duas temporárias. Entre elas, Daniel Vorcaro. Saiba o que foi apreendido: Investigações A Polícia Federal informou que as investigações começaram em 2024, após uma requisição do Ministério Público Federal (MPF) para apurar a possível criação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira. Esses títulos teriam sido vendidos a outro banco e, posteriormente, substituídos por novos ativos sem a devida avaliação técnica, após fiscalização do Banco Central (BC). O Banco Master emitia CDBs e prometia pagar até 40% acima da taxa básica do mercado. No entanto, esse retorno não existia. Segundo a PF, o esquema pode ter movimentado R$ 12 bilhões.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/daniel-vorcaro-deixa-cela-da-pf-e-e-transferido-para-presidio-em-guarulhos