"Dama do Crime": saiba quem é a jovem presa no Tocantins que seria um dos elos do PCC em SP
Nas redes sociais, ela aparecia como uma dona de uma loja de roupas, historia diferente para a Polícia
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Bruna Macedo , Andre Paino
Lúcia Gabriela, conhecida como dama do tráfico | Reprodução
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Nas redes sociais, ela aparecia como uma dona de uma loja de roupas. Para a polícia, apenas um negócio de fachada, usado para disfarçar sua real atividade: o tráfico de drogas e seu elo com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
De acordo com a investigação policial, a "Dama do Crime" era uma das pessoas influentes que ligava a facção paulista com traficantes dos estados do norte e nordeste do país, como Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí e Maranhão.
Entre as funções dela, estava garantir o armazenamento e distribuição de entorpecentes, além de estruturar o grupo criminoso. Além disso, ela ainda incentivava a criminalidade e conflitos entre facções rivais.
Segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), o grupo criminoso gerenciado por ela teria movimentado mais de R$ 20 milhões em menos de dois anos. A prisão dela ocorreu justamente em uma "casa bomba", como são conhecidos os imóveis para fabricação e venda de drogas.
"Dama do Crime": saiba quem é a jovem presa no Tocantins que seria um dos elos do PCC em SPNas redes sociais, ela aparecia como uma dona de uma loja de roupas, historia diferente para a PolíciaCidades2025-02-06T13:39:02.068Z Lúcia Gabriela, conhecida como "Dama do Crime", foi, na terça-feira (4). Nas redes sociais, ela aparecia como uma dona de uma loja de roupas. Para a polícia, apenas um negócio de fachada, usado para disfarçar sua real atividade: o tráfico de drogas e seu elo com o Primeiro Comando da Capital (PCC). De acordo com a investigação policial, a "Dama do Crime" era uma das pessoas influentes que ligava a facção paulista com traficantes dos estados do norte e nordeste do país, como Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí e Maranhão. Entre as funções dela, estava garantir o armazenamento e distribuição de entorpecentes, além de estruturar o grupo criminoso. Além disso, ela ainda incentivava a criminalidade e conflitos entre facções rivais. Segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), o grupo criminoso gerenciado por ela teria movimentado mais de R$ 20 milhões em menos de dois anos. A prisão dela ocorreu justamente em uma "casa bomba", como são conhecidos os imóveis para fabricação e venda de drogas.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/dama-do-crime-saiba-quem-e-a-jovem-presa-no-tocantins-que-seria-um-dos-elos-do-pcc-em-sp
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