Carnaval de SP tem cerca de 60 presos e policiais fantasiados em blocos
Ações aconteceram em grande parte nos bairros da República e do Ibirapuera, onde há grande fluxo de foliões
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Naiara Ribeiro, Agência SBT
18/02/2026, 11:30 • Atualizado em 18/02/2026, 11:30
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Policiais disfarçados durante Carnaval de SP | Divulgação Polícia Civil
Cerca de 60 pessoas foram presas por policiais civis e militares antes e durante o Carnaval em São Paulo, segundo levantamento da Agência SBT com base em dados divulgados pelas corporações até a madrugada desta quarta-feira (18). A maioria dos casos envolve furtos de celulares e tráfico de drogas, principalmente nas regiões da República e do Ibirapuera.
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Parte das detenções ocorreu com o apoio de uma estratégia diferente: policiais civis infiltrados nos blocos, fantasiados e misturados aos foliões. Com isso, os agentes conseguem circular sem chamar atenção em meio à multidão, onde criminosos costumam se aproveitar da distração das vítimas para cometer furtos.
A tática é usada pela Polícia Civil desde 2023. De acordo com a delegada Sandra Buzati, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), as equipes são posicionadas com base em dados de inteligência, que apontam os locais com maior concentração de público e histórico de ocorrências.
Entre os comportamentos que despertam suspeita estão pessoas que circulam sem participar da festa, observando bolsos e bolsas ou se aproximando repetidamente de foliões distraídos. Quando identificam a ação criminosa, os agentes fazem a abordagem e realizam a prisão em flagrante.
As fantasias variam conforme o perfil dos blocos. Já houve equipes caracterizadas como personagens da franquia Meu Malvado Favorito, como “Minions” e o vilão Gru, além de grupos vestidos de Caça-Fantasmas, personagens de Scooby-Doo e da turma do Chaves.
Além das prisões em flagrante, os policiais também fazem consultas nos sistemas de segurança durante as abordagens e podem usar reconhecimento facial para identificar pessoas com mandado de prisão em aberto.
Carnaval de SP tem cerca de 60 presos e policiais fantasiados em blocosAções aconteceram em grande parte nos bairros da República e do Ibirapuera, onde há grande fluxo de foliõesCidades2026-02-18T11:30:21.396ZCerca de 60 pessoas foram presas por policiais civis e militares antes e durante o Carnaval em São Paulo, segundo levantamento da Agência SBT com base em dados divulgados pelas corporações até a madrugada desta quarta-feira (18). A maioria dos casos envolve furtos de celulares e tráfico de drogas, principalmente nas regiões da República e do Ibirapuera. Parte das detenções ocorreu com o apoio de uma estratégia diferente: policiais civis infiltrados nos blocos, fantasiados e misturados aos foliões. Com isso, os agentes conseguem circular sem chamar atenção em meio à multidão, onde criminosos costumam se aproveitar da distração das vítimas para cometer furtos. A tática é usada pela Polícia Civil desde 2023. De acordo com a delegada Sandra Buzati, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), as equipes são posicionadas com base em dados de inteligência, que apontam os locais com maior concentração de público e histórico de ocorrências. Entre os comportamentos que despertam suspeita estão pessoas que circulam sem participar da festa, observando bolsos e bolsas ou se aproximando repetidamente de foliões distraídos. Quando identificam a ação criminosa, os agentes fazem a abordagem e realizam a prisão em flagrante. As fantasias variam conforme o perfil dos blocos. Já houve equipes caracterizadas como personagens da franquia Meu Malvado Favorito, como “Minions” e o vilão Gru, além de grupos vestidos de , e da . Além das prisões em flagrante, os policiais também fazem consultas nos sistemas de segurança durante as abordagens e podem usar reconhecimento facial para identificar pessoas com mandado de prisão em aberto.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/carnaval-de-sp-tem-cerca-de-60-presos-e-policiais-fantasiados-em-blocos
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