Bolo envenenado: polícia investiga se suspeita participou da morte do próprio pai no RS
Segundo a investigação, Deise Moura dos Anjos começou a pesquisar sobre veneno ainda nos meses de julho e agosto, depois comprou arsênio em duas oportunidades
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Guilherme Rockett
Bolo de Natal feito por Zeli; farinha de trigo, entregue pela nora, estava contaminada com arsênio | Reprodução/Polícia Civil
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A investigação já apontou que a suspeita pelas outras quatro mortes tinha desavenças com toda a família do marido, principalmente com a sogra e o sogro.
Segundo a investigação, Deise Moura dos Anjos começou a pesquisar sobre veneno para matar humanos ainda nos meses de julho e agosto, depois comprou arsênio em duas oportunidades, uma antes do mês de setembro e outra antes do final do ano.
"Cumprimos mandados de busca e apreensão na casa da Deise, aprendemos telefones celulares, e desses extratos a gente tem que ela não só pesquisou veneno que mata humanos, que se vende pela internet, como também comprou, recebeu e usou veneno para matar as vítimas", afirma o delegado Cleber Lima.
Após a morte do sogro dela, em setembro, também por envenenamento, Deise tentou se aproximar da sogra Zeli. Ela chegou a enviar áudios para o celular da sogra. "A gente pode ficar junto, né? Família junto, todo mundo se ajudando", disse em uma das mensagens.
"Ela procura se aproximar da Zeli novamente, buscando consolá-la, pedindo para que ela fosse morar com eles e de uma forma dissimulada, porque logo após ela tentaria matar a Zeli novamente", diz o delegado.
O bolo preparado com veneno segue preservado na sede do Instituto-Geral de Perícias, em Porto Alegre. As peritas descobriram que a farinha estava contaminada com arsênio.
Bolo envenenado: polícia investiga se suspeita participou da morte do próprio pai no RSSegundo a investigação, Deise Moura dos Anjos começou a pesquisar sobre veneno ainda nos meses de julho e agosto, depois comprou arsênio em duas oportunidadesCidades2025-01-13T23:38:18.688ZA polícia investiga se a suspeita de ter matado quatro pessoas envenenadas no Rio Grande do Sul também participou da morte do pai dela, em 2020. A investigação já apontou que a suspeita pelas outras quatro mortes tinha desavenças com toda a família do marido, principalmente com a sogra e o sogro. Segundo a investigação, Deise Moura dos Anjos começou a pesquisar sobre veneno para matar humanos ainda nos meses de julho e agosto, depois comprou arsênio em duas oportunidades, uma antes do mês de setembro e outra antes do final do ano. "Cumprimos mandados de busca e apreensão na casa da Deise, aprendemos telefones celulares, e desses extratos a gente tem que ela não só pesquisou veneno que mata humanos, que se vende pela internet, como também comprou, recebeu e usou veneno para matar as vítimas", afirma o delegado Cleber Lima. Após a morte do sogro dela, em setembro, também por envenenamento, Deise tentou se aproximar da sogra Zeli. Ela chegou a enviar áudios para o celular da sogra. "A gente pode ficar junto, né? Família junto, todo mundo se ajudando", disse em uma das mensagens. "Ela procura se aproximar da Zeli novamente, buscando consolá-la, pedindo para que ela fosse morar com eles e de uma forma dissimulada, porque logo após ela tentaria matar a Zeli novamente", diz o delegado. O bolo preparado com veneno segue preservado na sede do Instituto-Geral de Perícias, em Porto Alegre. As peritas descobriram que a farinha estava contaminada com arsênio.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/bolo-envenenado-policia-investiga-se-suspeita-participou-da-morte-do-proprio-pai-no-rs