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Após três meses, polícia conclui que empresário matou a esposa em São Paulo

Aborto realizado pela mulher pode ter sido a motivação do crime

Após três meses, polícia conclui que empresário matou a esposa em São Paulo
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Após três meses, a Polícia Civil de São Paulo concluiu uma investigação sobre o assassinato de uma mulher pelo próprio marido, um empresário do ramo de calçados. Ele a matou depois dela ter feito um aborto.

Imagens mostra o momento em que o assassino deixa o local do crime, às 02h50. Oito minutos depois, ele chega à casa onde morava com a mãe e seis filhos. Quatro deles, frutos do relacionamento com Letícia Lopes de Oliveira, de 28 anos.

Ela havia acabado de ser assassinada com três tiros dentro de casa, na zona sul da capital paulista. Foi morta, segundo a polícia, logo depois de fazer um aborto, provocado por uso de remédios, que o próprio ex-companheiro, pai do bebê, havia comprado.

"Nós temos ali o aborto feito, perpetrado. A Letícia vai pra cama, talvez já exausta pela força desprendida para o ato, e se debruça. E logo depois nós temos os disparos que ceifaram a vida dela", diz o delegado Severino Pereira de Vasconcelos.

A vítima já havia feito dois boletins de ocorrência contra o ex-companheiro por ameaça. Para a polícia, a gravidez indesejada foi mais um motivo para a crise no relacionamento, mas por que ele matou Leticia, se ela concordou em fazer o aborto? Para os investigadores, há uma hipótese.

"Existe a possibilidade de ela ter se arrependido de fazer o aborto, e logo em seguida, ter externado essa notícia. E aí ter motivado ele a ficar com raiva e fazer os disparos", afirma o delegado Severino Pereira de Vasconcelos.

Nestor Akihyro Yoshida, de 41 anos, nega o crime, mas vários indícios levaram a polícia até ele. Dentro da vila onde Nestor morava, foi localizada a arma do crime, e os policiais comprovaram que Nestor tinha comprado o revólver de um funcionário que trabalhava na loja dele.

Um vídeo mostra o momento da prisão. Nestor é um empresário, dono de uma rede de lojas de sapatos. Ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e está na cadeia.

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