Após infarto, STF concede prisão domiciliar a prefeito afastado de Palmas
Eduardo Siqueira Campos ficará em observação na UTI por 48h antes de ir para casa; político é investigado por vazamento de informações sigilosas do STJ
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Camila Stucaluc
09/07/2025, 04:45 • Atualizado em 09/07/2025, 04:45
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Eduardo Siqueira Campos, prefeito afastado de Palmas | Edu Fortes/Prefeitura de Palmas
O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu prisão domiciliar ao prefeito afastado de Palmas, Eduardo Siqueira Campos (Podemos), na terça-feira (8). A mudança veio após o político sofrer um infarto no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, onde está preso desde junho, e precisar ficar em observação no Hospital Geral de Palmas.
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Na decisão, o ministro Cristiano Zanin levou em consideração o estado de saúde do prefeito afastado, conforme pareceres médicos requisitados. Um boletim divulgado pela assessoria de Eduardo diz que o político ficará em observação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por 48 horas, uma vez que o quadro exige atenção redobrada.
“Exames alterados de enzimas que demonstram lesão no músculo cardíaco confirmaram o diagnóstico de Infarto Agudo do Miocárdio. O quadro exige cuidados intensivos e atenção redobrada. Antes de ir para casa, Eduardo ainda ficará na UTI por 48 horas em observação. Seguimos acompanhando com fé e responsabilidade”, diz a nota.
Eduardo foi preso no fim de junho, sendo afastado do cargo de prefeito. Segundo a Polícia Federal, ele é suspeito de atuar em uma organização criminosa voltada ao vazamento de informações sigilosas e ao favorecimento de partes em processos em andamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O advogado Antônio Ianowich Filho e o policial civil Marco Augusto Albernaz também foram presos na operação.
Para a prisão domiciliar, Zanin manteve as medidas cautelares já impostas na ocasião da prisão de Eduardo. Isso significa que o político continuará afastado da função pública e proibido de deixar o Brasil e de entrar em contato com os demais investigados. Caso as medidas sejam descumpridas, o ministro pode revogar a decisão.
Após infarto, STF concede prisão domiciliar a prefeito afastado de PalmasEduardo Siqueira Campos ficará em observação na UTI por 48h antes de ir para casa; político é investigado por vazamento de informações sigilosas do STJPolítica2025-07-09T04:45:00.000ZO Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu prisão domiciliar ao prefeito afastado de Palmas, Eduardo Siqueira Campos (Podemos), na terça-feira (8). A mudança veio após o no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, onde está preso desde junho, e precisar ficar em observação no Hospital Geral de Palmas. Na decisão, o ministro Cristiano Zanin levou em consideração o estado de saúde do prefeito afastado, conforme pareceres médicos requisitados. Um boletim divulgado pela assessoria de Eduardo diz que o político ficará em observação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por 48 horas, uma vez que o quadro exige atenção redobrada. “Exames alterados de enzimas que demonstram lesão no músculo cardíaco confirmaram o diagnóstico de Infarto Agudo do Miocárdio. O quadro exige cuidados intensivos e atenção redobrada. Antes de ir para casa, Eduardo ainda ficará na UTI por 48 horas em observação. Seguimos acompanhando com fé e responsabilidade”, diz a nota. Eduardo, sendo afastado do cargo de prefeito. Segundo a Polícia Federal, ele é suspeito de atuar em uma organização criminosa voltada ao vazamento de informações sigilosas e ao favorecimento de partes em processos em andamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O advogado Antônio Ianowich Filho e o policial civil Marco Augusto Albernaz também foram presos na operação. Para a prisão domiciliar, Zanin manteve as medidas cautelares já impostas na ocasião da prisão de Eduardo. Isso significa que o político continuará afastado da função pública e proibido de deixar o Brasil e de entrar em contato com os demais investigados. Caso as medidas sejam descumpridas, o ministro pode revogar a decisão.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/apos-infarto-stf-concede-prisao-domiciliar-a-prefeito-afastado-de-palmas