Polícia prende suspeitos de homicídio de empresário em aterro sanitário na Grande SP
Com a dupla, policiais apreenderam uma viatura falsa; motivação do crime ainda está sendo investigada e pode ter relação com ameaças anteriores

Agência SBT
Dois suspeitos de matar o empresário Donizete Aparecido Alexandre de Souza foram presos na tarde desta segunda-feira (27), em Embu das Artes, na Grande São Paulo. O crime aconteceu na manhã do dia 13 de abril, na Estrada do Lixão, região do aterro sanitário municipal.
Segundo as investigações, a vítima foi abordada por homens em uma motocicleta antes de ser assassinada. A polícia não detalhou a motivação do crime até o momento.
Os suspeitos foram detidos após o cumprimento de mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça. Durante a ação, um dos envolvidos também foi preso em flagrante.
Na casa de um dos investigados, os policiais apreenderam capacetes, celulares e dois veículos, incluindo uma falsa viatura da Polícia Civil.
Além das prisões pelo homicídio, o suspeito também vai responder por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo de uso permitido
A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer a motivação do crime e possível participação de outros envolvidos.
Relembre o caso
O empresário Donizeti Aparecido Alexandre de Souza foi assassinado na manhã do dia 13 de abril no aterro sanitário de Embu das Artes, na Grande São Paulo.
Após a resposta de que o armamento estava no carro, os criminosos foram até o veículo, localizaram a arma e a levaram.
Na sequência, mandaram a mulher se afastar do local. Pouco depois, ela ouviu os disparos. Os suspeitos fugiram logo após o crime.
Crime pode ter ligação com disputa no setor de saneamento
Informações iniciais da Guarda Civil Metropolitana indicavam que o assassinato poderia estar ligado a disputas por licitações no setor de saneamento.
A Prefeitura de Embu das Artes afirmou que a empresa não mantinha contrato para coleta de lixo no município nem participava de licitações locais.
Segundo a administração municipal, o empresário prestava apenas serviços de locação de equipamentos, sem detalhar quais.
Já o secretário de Segurança Pública da cidade, Igor Simões, disse que descarta a relação do crime com disputas por contratos públicos. Ele afirmou ainda que a vítima já havia sido informada de que estava jurada de morte.
O caso foi registrado e é investigado pela Polícia Civil. Até o momento, ninguém foi preso.









